
Que está em fase de negociação entre os sindicatos dos comerciários e dos supermercados para Eunápolis e Porto Seguro está emperrando a assinatura do acordo, cujas demais cláusulas econômicas e financeiras já foram combinadas.
As negociações que tiveram início em meados de janeiro e já duram, portanto, mais de 90 dias, após as partes se entenderem sobre as outras cláusulas salariais, estão paralisadas há mais de um mês.
De acordo com o Sindicato dos Comerciários (SINCOM), inicialmente os patrões propuseram compensar os dias trabalhados, o que foi descartado pelo SINCOM; depois o patronato ofereceu um valor fixo de R$ 36,00, o que foi também recusado; a seguir, esse valor fixo foi aumentado para R$ 38,00, depois para R$ 40,00, sendo mantido até o momento.
O sindicato dos empregados chegou a propor um valor fixo, acima do que fora oferecido pelos patrões, entretanto, devido à recusa da outra parte retirou a oferta, e agora quer o pagamento de 100% sobre a hora normal.
Não se sabe quando nem como será o desfecho, que pode vir a ter decisão da Justiça Trabalhista, uma vez que o Sincom levou o impasse ao conhecimento da Gerência Regional do Trabalho e Emprego (GRTE), e solicitou a sua intermediação.
O sindicato dos comerciários pretende envolver a categoria na decisão. Para isso deve convocar para a próxima semana, duas assembleias, para que os próprios empregados oficializem uma proposta.
Pedro Chamusca estreia na Tardezinha de Antônio e reforça programação da 5ª edição do evento
SaúdeDiretor do Sindibancários participa de audiência da CPI da Saúde em Teixeira de Freitas
Eunápolis Mulher morre em intervenção policial da Rondesp no Juca Rosa; arma e drogas são apreendidas