Coluna Social
Por: ÁreaVip
04/08/2020 - 12:12:23

Nestes últimos dias, os fãs da cantora Ivete Sangalo ficaram bastante preocupados a respeito da vida pessoal da famosa. É que um suposto término de seu casamento com Daniel Cady começou a vir à tona.

Rumores de uma possível separação de Ivete Sangalo e Daniel Cady são apontados por colunista

Na medida em que os dias se passavam e o marido de Ivete Sangalo aparecia em público, os rumores aumentavam ainda mais. Na noite desta última segunda-feira (03), eles ficaram mais fortes.

É que Daniel Cady fez uma live com a nutricionista Simone Sato e surgiu sem aliança. Como se não bastasse isso, de acordo com o jornalista Leo Dias, ele falou sobre os filhos mas não citou o nome da cantora baiana. Que coisa, não é mesmo.

Da parte da famosa, nestes últimos dias, ela também compartilhou um vídeo de publicidade em suas redes sociais onde também apareceu sem o anel. O que será que aconteceu neste relacionamento que era cortejado pelos fãs?

Por falar na cantora, vocês sabiam que ela tem algumas manias bastante inusitadas em sua família. É isso mesmo! Em recente entrevista, ela deu detalhes de como é a ‘Veveta’ dentro de casa:

“Tem muitas coisas que eu gostaria de falar com vocês na live…e não consigo entrar toda hora no celular, como já falei pra vocês…como eu tenho os meus filhos, a casa e tudo, um novo modus vivendi assim, eu não gosto de pegar no celular com as minhas filhas, porque elas são pequenininhas…Eu passo alguns dias sem olhar no celular, isso é uma reclamação da minha família, dos meus fãs”, iniciou a cantora baiana Ivete Sangalo, que está vivendo um verdadeiro turbilhão.



Por: UOL
03/08/2020 - 01:22:52



Xuxa Meneghel usou o Instagram para falar com seus seguidores sobre a pandemia do novo coronavírus hoje. Ela postou uma imagem comparando números de mortos em Hiroshima, cidade que foi alvo da bomba nuclear dos Estados Unidos em 1945, com o número de mortos pela covid-19 no Brasil.

Pelos números postados pela apresentadora, a pandemia já matou mais pessoas no Brasil do que a bomba atômica na cidade japonesa. "Pensei em colocar tantas coisas... Mas, o números falam por mim...", escreveu Xuxa.... 

A apresentadora continuou: "E se as ruas continuarem cheias como se nada estivesse acontecendo, os números (pessoas) vão continuar aumentando. Vergonha, Brasil mostrando sua verdadeira cara." Os números postados por Xuxa não são exatos: não se sabe ao certo quantas pessoas morreram em decorrência da bomba atômica em Hiroshima. Estima-se que entre 45 mil e 90 mil pessoas tenham morrido no dia do ataque; nos meses seguintes, os efeitos da radiação fizeram esse número dobrar. O número de mortos pelo novo coronavírus que a apresentadora postou também está desatualizado: pelos dados divulgados ontem pelo Ministério da Saúde, o país já havia ultrapassado 93 mil óbitos. 

Um seguidor da apresentadora questionou o isolamento social: "Também tem a quantidade de pessoas que estão em depressão por conta do isolamento social e o índice de suicídios por conta disso aumentou..." Xuxa respondeu: "Uma pena, mas morre sozinho, e as pessoas na rua matam outras!" Outra fã comentou: "É triste Xu! Os shoppings lotados como se nada tivesse acontecendo! Vou trabalhar porque sou obrigada, e fico pasma com tantas crianças e grávidas passeando pelo shopping! Às vezes chego a pensar que a errada sou eu."... 



Por: ÁreaVip
31/07/2020 - 23:51:50

A família de Maitê Proença está em festa nesta sexta-feira (31). A filha da atriz, Maria, deu à luz à pequena Manuela. No Instagram, Maitê celebrou o nascimento da neta com uma mensagem especial. A menina é fruto do relacionamento de Maria com o procurador Anderson Schreiber.

“A mulher de fibra de hoje é essa aqui. Minha filhinha acaba de parir uma filhinha. Ganhei uma neta saudável e já adorada. Manuela nasceu de Maria. *A vaquinha da foto é pra agradar minha neta que já nasceu gostando de bichos, corre no sangue”, escreveu ela ao publicar uma foto da filha ainda mais nova.

Nos comentários, fãs da artista também celebraram o momento especial. “Parabéns!!!! Tudo de melhor pra Manuela, Maria, vovó mais linda e toda família!!!!”, desejou uma internauta. “Parabéns! Melhor coisa do mundo é ser avó. Desejo muita saúde pra todas”, comentou outra seguidora.



Por: Redação / atlanticanews
31/07/2020 - 13:35:08

Os cantores Cris Lima e Márcio Victor do Psirico também são semeadores da “Árvore do Bem” e vão destinar arrecadações e doações realizadas na Live “Nunca Foi Sorte, Sempre Foi Porto!”, que acontecerá no dia 9 de agosto, às 15h, no canal Youtube/crislimacheirosa. A live será em comemoração ao Dia dos Pais.

A ação é iniciativa do coletivo Árvore do Bem, que começou entre amigos e chegou às principais entidades ligadas ao turismo da região, ganhou força e agora será “apadrinhada” pelos dois artistas.

A campanha conta atualmente com o apoio institucional da ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), SINDHESUL (Sindicato dos Hotéis do Extremo Sul da Bahia), ABAV (Associação Brasileira dos Agentes de Viagens), CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), Associação Comercial, SINGTUR (Sindicato dos Guias de Turismo) e Sindicato dos Taxistas de Porto Seguro.

Cada pessoa ou empresa que contribuir terá seu nome impresso na Árvore do Bem e será homenageada com uma placa de reconhecimento pela ajuda.

“O projeto uniu esforços para buscar recursos entre as empresas e a comunidade local, pretendendo captar cerca de 500 mil reais. Desse valor, cerca de 50 mil reais foram investidos para aquisição de medicamentos destinados ao protocolo de tratamento precoce adotado pelo município. Também 60 mil reais foram destinados para a compra de sedativo utilizado para intubação, doados para o Hospital Luís Eduardo Magalhães. Outros 320 mil reais já estão captados e serão destinados a outras ações de combate a COVID em Porto Seguro, dentre as quais a ajuda para a ampliação de 10 leitos de UTI na cidade, dependendo somente de alguns ajustes junto ao Hospital que está fazendo a ampliação para que o aporte seja realizado”, destacam os organizadores.



Por: Hilda Rodrigues / ASCOM
20/07/2020 - 02:39:49

Através do projeto “Árvore do Bem”, entidades ligadas ao turismo buscam recursos para aquisição de medicamentos e ajuda na ampliação de leitos de UTI

Uma iniciativa que começou entre cinco amigos - empresários e gestores da área de hotelaria e eventos - ganhou força em Porto Seguro, chegou às principais entidades ligadas ao turismo e vem ajudando de maneira significativa as ações de combate ao Novo Coronavírus na região. É o projeto Árvore do Bem, que unindo esforços para buscar recursos entre as empresas e a comunidade local, pretende captar R$ 500 mil para auxiliar na implantação de mais 10 leitos de UTI na cidade, que estão sendo construídos no Hospital Neuroccor, bem como na aquisição de medicamentos para uso na UTI do Hospital Luís Eduardo Magalhães. Outra prioridade da iniciativa é a aquisição d e medica mentos para apoio ao protocolo do tratamento precoce das pessoas infectadas no município.

A campanha conta com o apoio institucional da ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), Sindhesul (Sindicato dos Hotéis do Extremo Sul da Bahia), ABAV (Associação Brasileira dos Agentes de Viagens), CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), Associação Comercial, Singtur (Sindicato dos Guias de Turismo) e Sindicato dos Taxistas de Porto Seguro. Cada pessoa ou empresa que contribuir terá seu nome impresso na Árvore do Bem e será contemplada com uma placa de reconhecimento pela ajuda.

Boa notícia

“A boa notícia é que já conseguimos metade do valor necessário para o investimento nas UTIS. Além disso, a campanha arrecadou cerca de R$ 50 mil para aquisição de medicamentos destinados ao protocolo de tratamento adotado pelo município, que estão sendo entregues à Secretaria Municipal de Saúde. E graças ao apoio das empresas e entidades, também estamos doando R$ 60 mil para a compra de um sedativo utilizado para entubação, doado para o Hospital Luís Eduardo Magalhães, que é o hospital de referência na região”, informam os organizadores da ação.

Segundo eles, “esta é uma ação humanitária e espontânea das entidades empresariais para enfrentamento da pandemia, que estão comprometidas com esse desafio. E no final vai se refletir no turismo, como o melhor patrimônio que temos a oferecer, garantido a sobrevivência de milhares de pessoas em nossa cidade”. A expectativa é que mais empresas comprometidas com Porto Seguro possam aderir nos próximos dias, incluindo importantes operadores e plataformas de turismo.



Por: Atarde
15/07/2020 - 22:40:00

Ao navegar pelo Instagram é possível encontrar muitas pessoas que trabalham produzindo conteúdo digital sobre diversos assuntos. Um nicho que fez muito sucesso nos últimos anos foi o das influenciadoras de moda, beleza e do chamado lifestyle (estilo de vida). Essas mulheres são pagas por marcas para divulgar seus produtos por causa da sua influência e popularidade.

Antes, era muito comum a escolha de um influenciador para divulgar a empresa avaliando apenas o número de seguidores do seu perfil. Atualmente, com as novas métricas da plataforma, que são constantemente atualizadas, isso vem mudando. No entanto, o boom das influenciadoras digitais no Instagram se deu em um mercado dominado por mulheres brancas.

Com o passar do tempo e com a profissionalização dessa prática, os influenciadores começaram a atingir outros públicos e, consequentemente, a plataforma ganhou criadores de conteúdo mais diversos. Mulheres negras conquistaram um local importante e se tornaram reconhecidas também nestes espaços, mas nem tudo é glamour e o preconceito é enfrentado no cotidiano dessas mulheres.

Negra, gorda e da periferia, como ela mesma diz, Najara Black, 36, filha de mãe solteira e nascida em Cruz das Almas, tornou-se conhecida na internet a partir da sua marca de roupas. A estilista criou, em 2005, a NBlack e começou a ser reconhecida por realizar palestras sobre o seu negócio. Há dois anos percebeu que precisava separar a “Najara” da “dona da empresa” e criou o seu perfil pessoal, por causa do interesse de outras marcas em fechar contratos de parcerias e propagandas.

Tensionando estruturas

Atualmente com seis mil seguidores, Najara é uma nanoinfluenciadora – termo dado para perfis com menos de 10 mil seguidores –, mas conta que já fez trabalhos com empresas grandes, como a Google. “Eu acho que as pessoas buscam quem é de verdade. Tem muita gente que não é de verdade nas redes sociais, que não passa o que realmente vive. Acho que as pessoas e as marcas gostam de mim porque sou eu mesma”, analisa.

Com um conteúdo atrelado à moda e ao empreendedorismo, Najara diz ajudar outras mulheres na aceitação do próprio corpo, dando dicas de como se vestir bem. “O meu conteúdo é coerente e eu gero engajamento. Procuro transmitir sempre inspiração e força para outras mulheres que, assim como eu, passaram por questões delicadas ao longo da vida”, conta.

Apesar da pouca idade, Adriany Stefany, 20, já passou por poucas e boas no mundo aparentemente glamuroso dos influenciadores digitais. Para ela, a desvalorização dos negros no mercado de influência é enorme. Na sua experiência, em cerca de 70% dos contratos que fechou com empresas, entre grandes e pequenas marcas, houve uma diferença em relação ao valor pago quando comparado a mulheres brancas que fizeram o mesmo trabalho. E isso ela sabe apenas depois, nos bastidores, ao conversar com as colegas.

“A cada dia que passa fica mais difícil ser criadora de conteúdo negra, porque a gente tem que trabalhar o triplo para ter o mesmo reconhecimento, tratamento e pagamento. Tem que ser três vezes melhor para chegar ao patamar de uma blogueira branca”, observa.

Ela conta que já soube de casos de colegas brancas que recebiam uma proposta de contrato de R$ 30 mil, enquanto as negras recebiam a mesma proposta por R$ 5 mil. “É como se seu trabalho não valesse aquilo tudo, sabe? Sempre me sentia para trás”, diz.

Além do pagamento, a diferença na forma de tratamento sempre foi visível para Adriany. “Vi desde o início a distinção entre mim e outras meninas que tinham os mesmos números e eram brancas. Chegam a falar em beleza exótica para nós. Não somos exóticas, somos normais, como qualquer outra”, desabafa.

Proporcionalidade

Formada em letras, Joanna Guerra, 36, é seguida por 31 mil pessoas e no seu perfil aborda principalmente cuidados com o cabelo e com o corpo, com foco na saúde mental. Em seu meio, ela diz que o racismo se manifesta em diversos momentos:

“Você encontra representatividade, mas não encontra proporcionalidade”, analisa, sobre os diversos eventos e campanhas de que participou, em que, de 10 influenciadoras, apenas uma era negra.

Para ela, trabalhar exatamente com o mesmo conteúdo e qualidade que influenciadoras brancas também não é o suficiente para ter sucesso e reconhecimento. “A questão é: duas blogueiras, uma negra e outra não, que se dedicam da mesma forma, para qual delas surgirá mais oportunidades?”, questiona.

Ela também atribui isso à falta de posicionamento das criadoras de conteúdo na internet: “Vemos muitas negras que não se posicionam, que não se colocam em relação à cor da pele”. Nas suas redes, o assunto se faz presente nas indicações de filmes e livros, em datas históricas e ao repercutir episódios noticiados de racismo.

“Como o racismo é estrutural, é mais fácil você ter sucesso sendo uma pessoa branca, assim como em todas as esferas da sociedade, mesmo produzindo um conteúdo que é mais do mesmo, que não dialoga com a realidade e mostra um estilo de vida inalcançável”, diz Joanna, sobre o tipo de criadores de conteúdo que têm uma maior adesão tanto do público quanto das marcas.

Cota

Najara também já passou por alguns problemas durante sua carreira: “Nós somos a cota. Sempre colocam uma para não dizer que é uma empresa racista”. Em um dos seus trabalhos com publicidade, a agência contratada ofereceu um valor muito baixo e foi questionada por ela e pelas colegas.

Apenas pela pressão, a agência aumentou o valor do pagamento, mas a influenciadora afirma saber que, mesmo assim, ainda foi abaixo do valor de mercado. “Isso é algo que acontece muito. Em uma campanha feita por uma mulher negra, com certeza ela vai receber bem menos do que uma pessoa branca”, reforça.

Ela se indigna ao dizer que ainda precisa bater na tecla que é competente e que deve ser valorizada pelo seu trabalho: “Só cheguei aonde estou por causa do meu trabalho e quero ser respeitada por isso”.

Nesse sentido, agências e assessorias vêm auxiliando nesse processo de valorização e negociação dos contratos. “É importante porque elas negociam de forma justa e nós precisamos de alguém que entenda os dois lados, o que nós passamos até chegar aqui e quanto vale o nosso trabalho”, observa Najara.

Assim surgiu As Min(as). Criada por Dayane Oliveira e Letícia Sotero, a agência baiana de marketing de influência se dedica a cuidar e gerenciar carreiras apenas de influenciadores negros. O objetivo é conectar marcas com criadores de conteúdos negros ou periféricos para dar mais visibilidade a essas pessoas, também como uma forma de combate ao racismo.

Dayane conta que a motivação para a abertura da empresa foi a falta de representatividade no mercado de Salvador percebida pelas sócias. “Nossa agência trabalha em uma perspectiva de educar os influenciadores, de posicioná-los no mercado e fazer essa conexão com as marcas”, explica.

De acordo com ela, o papel da agência é fazer com que a população se sinta representada na mídia e na comunicação, por isso a empresa, criada há quatro meses, busca potencializar a inclusão, a diversidade e a visibilidade da comunidade negra.

Ataques

Além de lidar com o preconceito das empresas, Najara ainda recebe alguns comentários preconceituosos, que, além de racistas, são machistas. “Não acontece de forma escancarada, mas velada. Recebo algumas mensagens com comentários maldosos no Instagram”, comenta.

Stefany também sofre com os ‘haters’. De acordo com ela, é comum pessoas utilizarem perfis falsos para atacá-la nas redes sociais: “Apesar de me indignar com isso, hoje eu não respondo, não faço nada. Quando vejo algo assim, leio e apago”.

Ela explica ainda que dentro dos próprios grupos de influenciadoras negras há distinção e competição de qual delas é melhor para as propagandas.

As negras de pele mais clara costumam ser as preferidas: “Eu reconheço meus privilégios com a minha cor e o meu cabelo, eu tenho a pele mais clara, o cabelo bem definido e sei que isso me favorece”.

Stefany começou na internet como youtuber, em 2016, quando não existia muita referência sobre cabelos cacheados e crespos. No início, ela não tinha intenção de fazer sucesso e que isso se tornasse uma profissão. Atualmente, tem 126 mil seguidores e reconhece que mulheres negras que produzem conteúdo sobre cabelo cacheado são mais valorizadas.

Para Joanna, assuntos relacionados ao cabelo e maquiagem para pele negra sempre estão em alta, por uma questão de representatividade e identificação.

“Eu acho que tem a ver com a retomada do traço identitário, do cabelo natural e sem química. São meninas iguais a você, falando sobre coisas que você vive. Antes a gente não via essa representação, agora existe”, explica.