A Comissão organizadora da Copa Regional das Favelas, convida amigos e desportistas para a grande abertura desta sensacional evento esportivo.
É neste domingo dia 08/08/21 a partir das 9h30
Local Campo do Juca Rosa
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Acontece neste final de semana (06, 07 e 08 de agosto) o 1º Torneio de Futevôlei da AABB Eunápolis. Serão 60 duplas da Bahia, Espirito Santo e Minas Gerais na disputa, e os primeiros colocados serão premiados com troféus e dinheiro. As duplas estarão divididas nas categorias Série C, Série Máster e Série A+B. Os jogos desta sexta-feira têm início às 15 horas, sábado, às 10 horas e no domingo, as 09:30H.
“É o primeiro torneio que organizamos nessa dimensão esse ano, então esperamos ter acertado na programação. Nossos parceiros estão garantindo uma premiação legal e acreditamos que teremos grandes jogos”, destaca Washington um dos organizadores do evento.
Segundo Lucas, um dos organizadores do torneio, o objetivo maior deste torneio, além de fazer a população conhecer melhor este esporte, é conseguir revelar, encontrar novos e bons atletas, inclusive na categoria série C.
Para quem quiser vir assistir, com certeza verá um espetáculo, pois, muitas duplas já se conhecem e haverá rivalidade em quadra. Eles darão o melhor na ânsia pela vitória e farão um show a quem vier prestigiar”, afirma Dênis.
1º Torneio de Futevôlei da AABB Eunápolis
DATA - 06, 07 e 08 de agosto
HORÁRIO - sexta-feira (06) – 15 horas / sábado (07) 10 horas / domingo (08) 09:30 Horas
PREMIAÇÕES
Série C
1º lugar – 500,00
2º lugar – 300,00
3º lugar – 200,00
4º lugar – 150,00
Série Master
1º lugar – 1.000,00
2º lugar – 500,00
3º lugar – 300,00
4º lugar – 200,00
Série A + B
1º lugar – 1.200,00
2º lugar – 800,00
3º lugar – 400,00
4º lugar – 200,00
A brasileira Ana Marcela Cunha conquistou a medalha de ouro na prova dos 10 quilômetros (km) da maratona aquática da Olimpíada de Tóquio (Japão). A brasileira venceu a prova nesta terça-feira (3) na Marina de Odaiba com o tempo de 1h59min30s8.

A medalha de prata ficou com holandesa Sharon van Rouwendaal (ouro na Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro), que fez o tempo de 1h59min31s7, enquanto a australiana Kareena Lee ficou com o bronze, com a marca de 1h59min32s5.
A baiana, de 29 anos, já foi eleita seis vezes a melhor atleta do mundo em maratonas aquáticas. Além disso, ela é tetracampeã mundial em provas de 25 km (2011, 2015, 2017 e 2019) e campeã pan-americana em Lima (2019) na prova de 10 km.
Jonne Roriz/COB/Direitos reservados
Seis jogos, seis vitórias, cinco recitais de bola. O primeiro tempo do Flamengo, na Neo Química Arena, talvez tenha sido a melhor exibição do time carioca sob o comando de Renato Gaúcho. Controle absoluto da partida, domínio completo do adversário. O Corinthians não jogou? O rubro-negro não o deixou jogar.

Houve quem reclamasse de que os corintianos nem sequer fizerem faltas, para tentar barrar as ações dos flamenguistas. E como as fariam se a cada vez que se aproximavam de quem estava com a bola, ela já não estava mais lá, numa troca de passes incessante e inclemente? Iam dar pontapés em quem já não tinha a pelota? Só se quisessem receber cartões vermelhos em série.
Desde que Jorge Jesus deixou o clube, após conquistar cinco títulos e sofrer apenas quatro derrotas em cerca de um ano, muita gente se apressou a dizer que a torcida rubro-negra deveria esquecer 2019, que aquele futebol mágico, envolvente e avassalador, jamais seria visto de novo. Ledo engano.
Foi só cair uma leve chuva antes da largada e o GP da Hungria se tornou a corrida mais improvável da temporada - com o resultado do pódio ainda sendo mudado horas depois da bandeirada, com a desclassificação de Sebastian Vettel depois que sua Aston Martin só tinha 300ml de combustível para serem inspecionados. O time já notificou a FIA de que pretende apelar da decisão.

A equipe de Vettel argumentou que havia 1.44l no tanque. Porém, a FIA divulgou que deu várias chances para a equipe tentar retirar o combustível do carro, mas eles não conseguiram mais do que a amostra de 300ml. Há a obrigatoriedade de ter pelo menos um litro de combustível no tanque para análise. Sabendo que tinha pouco combustível sobrando, Vettel parou seu carro na pista logo após a bandeirada.
Com isso, Lewis Hamilton saiu de Hungaroring com um lucro muito maior do que poderia imaginar quando se viu na última colocação logo nas primeiras voltas da prova, no que foi apenas um dos capítulos incríveis da 11ª etapa do campeonato: com a punição de Vettel, ele foi promovido para segundo, abrindo oito pontos de vantagem no mundial de pilotos para Verstappen, que subiu de décimo para nono.

Mas Hamilton não é o único piloto que teve muito o que comemorar na Hungria: Esteban Ocon venceu pela primeira vez na Fórmula 1, depois de sobreviver a uma largada muito acidentada, com a pista úmida, e aguentar a pressão de Vettel por toda a prova.

Ocon largava em oitavo, o que já marcava uma volta ao top 10 após sete corridas. Se não tivesse chovido, ele estaria bastante exposto ao ataque dos pilotos que largavam a partir da 11ª posição e poderia escolher pneus mais resistentes, já que tinha que largar com os macios, muito provavelmente fazendo uma parada a mais. Com a chuva, que chegou quando os carros já estavam no grid, tudo mudou: todos largaram com os intermediários, e logo descobririam que não havia muita aderência na primeira curva. Na frente, o pole Lewis Hamilton escapou de uma colisão provocada por seu companheiro, Valtteri Bottas, que tirou Sergio Perez e Lando Norris da corrida, e danificou o carro de Max Verstappen, que foi para o final do pelotão.
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Também tentando fazer a primeira curva por dentro, Lance Stroll, que tinha largado em 12º, também escorregou, e acertou Charles Leclerc. "Ele travou o pneu e evitou bater em mim de certa maneira. Fico contente que ele tenha feito isso! É claro que às vezes você precisa de sorte - e também de habilidade, espero!", brincou Ocon, que acabou emergindo de toda a confusão em segundo.
Depois, o francês contou com um erro da Mercedes que, esperando mais chuva após um período de bandeira vermelha para que a pista fosse limpa, mandou Hamilton para o grid para a relargada enquanto todos os que estavam atrás dele, pararam para colocar pneus de pista seca. Foi quando o inglês teve que fazer sua troca logo em seguida que Ocon assumiu a liderança, onde ficou até o final, sempre tendo Vettel no seu encalço. Sem cometer erros, ele terminou a prova sendo aplaudido pelo companheiro Fernando Alonso, que terminou em quarto lugar. "Disse para ele que ele nunca vai esquecer este dia", revelou o espanhol, que também venceu sua primeira corrida em Budapeste, em 2003.
As histórias de redenção não pararam por aí: Hamilton acabou tendo de escalar o pelotão e, mesmo fazendo uma parada a mais que a maioria dos rivais, terminou em segundo - e muito desgastado, tendo de ser atendido pelo médico da equipe com tontura depois da corrida - retomando a liderança do campeonato enquanto Verstappen, com o carro danificado por conta do toque com Bottas, pouco pôde fazer e foi apenas o nono. O inglês revelou que ainda luta com os efeitos colaterais de ter pego covid-19 no final do ano passado: "Ficou tudo meio borrado quando eu estava no pódio. Ainda é uma batalha me manter saudável depois do que aconteceu."
Carlos Sainz acabou completando o pódio com a desclassificação de Vettel, vindo de um 15º lugar no grid devido a um erro seu na classificação. O espanhol apareceu em quarto lugar após toda a confusão da largada. Mas o mais impressionante foi ver Nicholas Latifi, da Williams, ocupando a terceira colocação, tendo largado em 18º. Ele estava em sexto antes da bandeira vermelha, e ganhou mais posições durante a parada nos boxes. Sem ritmo para acompanhar os ponteiros, Latifi terminou em sétimo, fazendo seus primeiros pontos da carreira.
Curiosamente, ele acabou chegando na frente do companheiro George Russell, que nunca conseguiu superar em classificações. Mas o inglês estava longe de lamentar chegar atrás do canadense, até emocionando-se depois de ser perguntado se estava aliviado por, finalmente, fazer seus primeiros pontos pela Williams depois de várias oportunidades perdidas, especialmente nas últimas provas.
Mesmo fora dos pontos teve piloto que experimentou a redenção em Hungaroring: Mick Schumacher bateu no treino livre e nem conseguiu participar da classificação, mas andou por boa parte da corrida na zona de pontuação, brigando por posição com Hamilton e Verstappen pela primeira vez na carreira. O alemão terminou em 12º.
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A ginasta Rebeca Andrade conquistou neste domingo (1º) a primeira medalha de ouro na ginástica artística para o Brasil, nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Ela venceu no salto e alcançou o lugar mais alto no pódio.

“Eu dedico a conquista da medalha de ouro a todo mundo, mas, em especial, ao meu treinador, Francisco Porath. A gente trabalhou muito e era um dos aparelhos em que eu tinha mais chance, como vocês sabem. Eu fiquei muito satisfeita. Acho que fico mais feliz com a felicidade dele do que com a própria medalha. Ele só quer me ver brilhar e a única forma que eu posso retribuir é com a minha ginástica e nosso trabalho. Eu pude fazer isso por ele na quinta, com a medalha de prata, e hoje, com a medalha de ouro. E é isso que eu vou buscar fazer, dar orgulho para as pessoas, para a minha família e pra mim”, disse Rebeca ao Comitê Olímpico Brasileiro.
É a segunda medalha de Rebeca Andrade nos Jogos de Tóquio. Ela já havia conquistado a prata no individual geral. Rebeca ainda tem chance de aumentar a sua coleção na final do solo, que será disputada nesta segunda-feira. "Estou bem centrada, amanhã tem mais um dia de competição, mais um dia que vou dar 110% de mim", disse.
A paulista Rebeca Andrade, de 22 anos, fã da campeã mundial Daiane dos Santos, com essas duas conquistas, é a primeira brasileira na ginástica artística a conquistar o ouro e a prata em uma mesma edição dos Jogos Olímpicos.
Antes de chegar aos dois pódios em Tóquio, a ginasta passou pela última de três cirurgias no joelho em meados de 2019, após romper o ligamento cruzado anterior do joelho pela terceira vez em quatro anos.
Rebeca conseguiu a nota 15,083 de média, após 15,166 no primeiro salto e 15,000 no segundo. A medalha de prata ficou com a norte-americana Mykayla Skinner, que obteve 14,916, e o bronze com a sul-coreana Yeo Seojeong, com 14,733.

O Brasil avançou em duas modalidades no sexto dia de Jogos Olímpicos. A seleção brasileira de futebol masculina se classificou às quartas de final nos Jogos de Tóquio (Japão) em primeiro lugar no Grupo D, rumo ao bicampeonato. A liderança foi definida após o Brasil vencer a Arábia Saudita por 3 a 1 no estádio de Saitama, na cidade japonesa de mesmo nome. A equipe vai enfrentar o Egito, segundo colocado do Grupo C, nas quartas de final do torneio, no sábado, às 7h.

Já na categoria Slalom de canoagem, o Brasil terá dois representantes nas semifinais, que começam nas primeiras horas desta quinta-feira (29). Ana Sátila garantiu a classificação na madrugada desta quarta-feira (28) na canoa individual (C1) e Pedro Gonçalves, o Pepê, no caiaque individual (K1). Sátila disputa as semifinais às 2h (horário de Brasília) desta quinta (29), e Pepê na sexta (30), também às 2h. As finais serão disputadas na sequência das semifinais.

Foto: Futebol / Lucas Figueiredo/CBF
Foto: Canoagem / Miriam Jeske/COB
O Brasil conquistou mais uma medalha nas Olimpíadas de Tóquio. Na noite desta segunda-feira (26), o estreante em olimpíadas Fernando Scheffer disputou a final dos 200m livre, fez o terceiro melhor tempo e levou o bronze. O brasileiro nadou na raia oito, e com o tempo de 1min44s66, garantiu seu lugar no pódio. Tom Dean fez 1min44s22 e ficou em primeiro. Duncan Scott marcou 1min44s26 e ficou com a prata, em uma dobradinha para a Grã-Bretanha.

Depois de 25 anos, o Brasil voltou a ganhar uma medalha nos 200m livre na natação. A última vez que o Brasil conquistou uma medalha olímpica na prova foi em Atlanta-96 com Gustavo Borges. O brasileiro também disputou a final em uma raia de canto, a um, e ficou com a prata.
Nesta noite, Scheffer largou bem, mas desde o início da prova o ritmo dos oito nadadores era forte. Na segunda virada, o brasileiro passou em segundo, brigando com o britânico Tom Dean. A partir daí, o gaúcho não deixou de figurar nenhuma vez entre os três primeiros até bater no fim da prova.
"Eu não sei até agora ainda. Na prova, eu não tava pensando em colocação, só queria fazer minha prova. Colocar na água tudo o que eu treinei e nadar feliz, cada braçada, aproveitando cada metro. É uma sensação muito especial, parece que eu tô sonhando ainda", falou o mais novo medalhista brasileiro, em entrevista ao SporTV.
Na semifinal, Scheffer nadou na raia de número quatro e saiu na frente nos primeiros 100 metros. Nos últimos 50 metros, ele foi ultrapassado e terminou em terceiro na primeira série, com o tempo de 1min45s71. Na classificação final, ele ficou com o oitavo tempo.
A caminhada de Scheffer na seleção brasileira começou em 2016, quando ele disputou o Mundial de piscina curta, em Windsor, Canadá. Os primeiros grandes resultados vieram em 2018, no Pan de Lima: ele subiu ao lugar mais alto do pódio para receber a medalha em duas oportunidades: no revezamento 4x200m e nos 200m livre.
Scheffer chegou aos Jogos de Tóquio correndo por fora. Na delegação nacional, não era cotado como um dos favoritos a conquistar medalha, mas surpreendeu e marcou seu nome na história da natação.
Rodolfo Landim, presidente do Flamengo
Poderá ter polêmicas jurídicas a decisão tomada há pouco pela Justiça do Rio de Janeiro, de anular a eleição de Rogério Caboclo, ocorrida em 2018, para a presidência da CBF e nomear os presidentes do Flamengo, Rodolfo Landim, e o da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Bastos, como interventores por 30 dias.

De acordo com o artigo 90 da Lei Pelé, "é vedado aos administradores e membros de conselho fiscal de entidade de prática desportiva o exercício de cargo ou função em entidade de administração do desporto.".
Isso significa que, se Landim aceitar a missão, terá que se licenciar do comando do Flamengo.

A ginasta brasileira Rebeca Andrade, de 22 anos, se garantiu na manhã deste domingo (25) em três finais no Centro de Ginástica de Ariake, em Tóquio.
A atleta estará na disputa da medalha no individual geral da Olimpíada, competição na qual passou na segunda posição, com 57,399 pontos, atrás apenas da super favorita Simone Biles. No salto, Rebeca foi a terceira melhor com a média de 15,100 pontos nos dois saltos. No solo, com a apresentação embalada pela música do Baile de Favela, ela obteve a nota 14,066 pontos, ficando somente um décimo atrás da líder, a italiana Vanessa Ferrari.
A primeira final da Rebeca será na quinta-feira (29), às 07h50 (horário de Brasília), no individual geral. As medalhistas no salto serão conhecidas no próximo domingo (1º de agosto) e as melhores do solo brigarão pelas medalhas no dia 2 de agosto.
Flávia Saraiva conseguiu a vaga na final na trave. Mas acabou torcendo o tornozelo direito no solo e teve que abandonar as disputas seguintes. A ideia da atleta é buscar a recuperação física para participar da final da trave prevista para o dia 3 de agosto, às 5h48.
Foto: Gaspar Nóbrega/COB/Direitos Reservados