Paulinho comemora gol pelo Brasil atirando a flecha de Oxóssi
Autor do quarto gol da seleção brasileira na vitória por 4 a 2 sobre a Alemanha, pela estreia da seleção brasileira masculina de futebol nos Jogos Olímpicos de Tóquio, o atacante Paulinho comemorou com um gesto simbolizando uma flecha sendo atirada. A celebração tem um significado profundo para o jogador: trata-se da flecha, ou ofá, de Oxóssi, orixá que o protege no Candomblé.
Competidores, árbitros e colaboradores estiveram envolvidos no 1° Torneio de Futmesa, realizado pela Secretaria de Esporte, Juventude, Cultura e Lazer de Eunápolis, neste fim de semana.

A competição, que ocorreu no Ginásio ACM, bairro Centauro, reuniu disputas das categorias individual e dupla. 20 atletas participaram de cada categoria.

Na sexta-feira (09/07), a disputa individual sagrou como campeão Mairton Ferreira e vice-campeão Juliano Craque. Já no sábado (10/07), as duplas Nal do Alecrim e professor Danilinho, e Mairton Ferreira e Denis Melo ficaram com o primeiro e segundo lugar, respectivamente.

Todos os campeões e vice-campeões receberam premiações, assim como Breno Júnior, que foi o atleta revelação. Os árbitros, que haviam participado de um workshop durante a semana, também receberam certificados.
O 1° Torneio de Futmesa contou com a participação do secretário de Esporte, Juventude, Cultura e Lazer, Leandro Lima, que fez a abertura do evento desejando boa sorte aos competidores, e do secretário de Governo, Osvaldo Soares, que prestigiou a realização do torneio. A competição ainda teve parceria com a empresa Play Fut.

Todos os protocolos de saúde foram obedecidos durante a realização do evento.
LEGENDAS
Foto 1: Secretário Leandro Lima desejou boa sorte aos competidores do 1° Torneio de Futmesa
Foto 2: Todos os protocolos de saúde foram obedecidos durante realização do evento
Foto 3: 1° Torneio de Futmesa reuniu competidores nas categorias individual e dupla
Foto 4: Árbitros atuaram no evento após participação em workshop
Foto 5: Atletas competem durante realização do 1° Torneio de Futmesa
Foto 6: Competidores, árbitros e colaboradores estiveram envolvidos no 1° Torneio de Futmesa
A Itália é campeã da Europa! Com justiça. Como também seria justo o título inglês. Foram as duas melhores seleções do torneio e também do ciclo iniciado após a Copa da Rússia. No fim, nos pênaltis, deu Itália. Uma nova Itália, que se reinventou e passou a jogar um futebol atual, moderno, corajoso.

Muitos dizem que pênaltis são uma questão de sorte. Bem, o técnico inglês, Southgate, mandou dois jogadores a campo no último minuto da prorrogação somente para cobrar pênaltis. Os dois falharam (Rashford e Sancho). Há momentos em que o futebol não pode ser calculado de forma tão pragmática e estatística. O ritmo de jogo, a tensão de uma final, são coisas muito mais importantes do que o aproveitamento em treinos.
O fato é que a Itália teve mais sangue frio nos pênaltis, apesar de Jorginho, possivelmente o melhor cobrador do mundo, ter perdido o dele. Três brasileiros, Jorginho, Emerson Palmieri e Rafael Tolói, são campeões europeus.
A final foi muito condicionada pelo gol no início. Um belo gol, diga-se de passagem, com a construção passando por Kane no meio de campo - um 9 recuado, do mesmo jeito que Olmo fez (e machucou) contra a Itália na semifinal. Kane acionou Trippier, que cruzou para o outro lateral, Shaw, marcar.
A partir daí, e eram só 2min de jogo, a Inglaterra quis ganhar de 1 a 0. E a Itália foi em busca do resultado. Acho que a Inglaterra errou ao não aproveitar o momento, o público e a vantagem. A Itália, esta Itália, sabe jogar com a bola. Só não foi assim na semifinal.
Principalmente no segundo tempo, estava claro que o empate acabaria chegando. E chegou, com Bonucci, apesar da enorme defesa de Pickford no lance anterior. Aí, foi a vez de a Itália desperdiçar o momento. A Inglaterra estava acuada, morrendo de medo de perder diante de seu público, e faltou à Itália o instinto assassino para matar a decisão ali, nos 15 minutos finais, quando a rival estava grogue.
Na prorrogação, a Inglaterra teve, pela primeira vez, o controle. O que faz todos pensarem o que seria do jogo se os ingleses tivessem tentado se impor depois do gol relâmpago. A seleção da casa podia ter vencido o jogo na prorrogação, mas o empate persistiu.
No fim, os milhares de ingleses que esperavam ver história ser feita em Wembley, vão para casa com a sensação do "nunca seremos". E a Itália, pela primeira vez em 53 anos, é campeã da Eurocopa. Uma camisa linda, pesada e campeã.
O processo italiano começou com o desastre de ter ficado fora da Copa do Mundo, uma vergonha para um país tetracampeão mundial. Roberto Mancini soube olhar para todos os clubes, não só os grandes, para tudo o que estava ocorrendo em volta. Mesclou veteranos com jogadores que haviam tido poucas oportunidades com jovens talentosos que estavam surgindo.
São 34 jogos de invencibilidade, três anos sem perder um jogo de futebol. A Itália adaptou seu jogo ao futebol de hoje, dando um bico em uma história de times ultradefensivos e reativos. A modernidade chega para todos. E o prêmio sempre chega a quem sabe ler o que mundo pede. Auguri, Itália!
Anunciado como novo técnico do Flamengo, Renato Gaúcho precisou de 22 anos para realizar um sonho. Do modesto Bangu, clube em que iniciou a carreira como treinador em 1999, ao seu Grêmio do coração, o treinador nunca escondeu o desejo de voltar a vestir rubro-negro. A hora, enfim, chegou.

O Renato que volta à Gávea chega credenciado por taças e a pecha de ser, para muitos, um dos melhores treinadores do país. Ex-ponta com quatro passagens pelo clube, o gaúcho, assim como nos tempos de jogador, divide opiniões. Amado ou odiado, ele terá de reconquistar o coração de muitos rubro-negros.

Os defensores de Renato são aqueles que não esquecem do atacante driblador que arrebatou o torcedor em sua primeira passagem. Ao lado de Zico, Bebeto, Andrade e companhia, ele integrou um esquadrão que levantou a Copa União e ficou marcado como um dos maiores times da história do Flamengo.
Adaptado ao Rio de Janeiro, Renato criou uma rara química com a arquibancada e assumiu o papel de ídolo. Após breve passagem pela Roma, voltou ao clube para levantar a Copa do Brasil em 1990. Ele ainda retornaria ao clube em 1993 e 1997, mas suas passagens não tiveram o mesmo brilho, embora o amor da arquibancada seguisse intacto. Ou quase.
Depois de um período apagado no Atlético-MG, o ex-jogador já era tachado como um atleta em fim de carreira. Foi neste cenário que ele passou de herói a vilão para grande parte dos rubro-negros. No ano do centenário do Flamengo, o então camisa 7 liderou um desacreditado Fluminense ao título carioca sobre o maior rival. O gol de barriga entrou para a história e transformou sua relação com a Nação.
Ao vestir as cores do Fluminense, Renato passou a fazer da torcida rubro-negra um de seus alvos preferidos. A cada gol marcado contra o Flamengo, pedidos de silêncio para arquibancada. A cada toque na bola, vaias e gritos ofensivos da parte vermelha e preta.
Essa convivência de amor e ódio não se limitou apenas ao campo. Já como treinador, sempre teve de conviver com certa hostilidade dos rubro-negros. No fundo, uma mensagem de admiração ao antigo "filho".
Esse ambiente de provocações não cessou nem em peladas de fim de ano. A cada edição do "Jogo das Estrelas", evento beneficente promovido pelo Galinho de Quintino, os rubro-negros não deixaram de pegar no pé do agora cinquentão.
Com o casamento reatado, cabe às partes superarem as divergências e caminharem no mesmo rumo. A partir de agora, o sonho de Renato é o mesmo de cada torcedor.
Acabou o jejum da Argentina. Ganhou a Copa América, um título que não tinha desde 1993 no Equador. E nenhum outro.

Foi um time mais coeso, mais unido e lutador contra outro, que viveu de Neymar. Ele fez uma grande partida. Um guerreiro. Muito acima de seus companheiros. Ajudou todos e pouco foi ajudado.
Só para comparar: Messi jogou muito menos que Neymar, mas havia um time organizado para sustentá-lo.
São dependências diferentes.
A Argentina luta muito para Messi resolver.
O Brasil espera que Neymar resolva.
E o grande jogador foi De Paul. Uma partida épica. No meio, na frente, um combatente em campo. Jogou mais que o meio campo todo do Brasil.
O Brasil não pode reclamar. A Argentina foi mais time.
Ao se naturalizar italiano, Jorge Luiz Frello Filho não imaginava o tamanho da história que escreveria com a tradicional camisa da Azzurra. Diante de quase 60 mil torcedores em Wembley, em Londres, Jorginho converteu com talento e estilo o pênalti decisivo na disputa com a Espanha e deixou a Itália a um passo de pôr fim a uma espera de 53 anos e conquistar o bicampeonato da Eurocopa.

Nascido em 1991 em Imbituba, cidade catarinense mais conhecida por suas ondas do que pelo futebol, Jorginho não chegou a jogar profissionalmente no Brasil. Descendente de italianos, se mudou para a Itália aos 15 anos e iniciou nas categorias de base do Verona. O volante despontou no Napoli, mas jamais esteve no radar da seleção brasileira.
Assim, o convite da Azzurra se tornou irrecusável. Hoje, aos 29 anos, é candidato ao prêmio de melhor do mundo e chegou em todas as finais possíveis desde que foi contratado pelo Chelsea, em 2018: Liga dos Campeões, Liga da Europa, FA Cup, Copa da Liga Inglesa e Eurocopa. No final do ano, disputará o Mundial de Clubes.
“A seleção brasileira sempre vi como uma coisa muito distante, pelo fato de nunca ter atuado no Brasil profissionalmente e ter chego aqui com 15 anos de idade. Então, como a Itália abriu as portas para mim, eu não podia fechar. Pesou muito essa questão de ter vindo bem cedo”, contou, em entrevista à ESPN, em 2018.
Outra história curiosa da infância de Jorginho é o modo como surgiu nele a paixão pelo futebol. Diferentemente da maioria, o jogador teve sempre como inspiração no futebol a própria mãe, que chegou a atuar como atleta amadora.
“Eu sabia que, para a minha mãe, aquilo significaria muito. A gente vem de Imbituba, de uma família simples, de uma cidade pequena, até chegar em Londres e ver a camisa do filho pendurada em todo lugar”, contou um emocionado Jorginho, ao Esporte Espetacular.
“Eu era perna de pau. Desculpa, pai. Mas a mãe que tinha o talento”, brincou. “Eu via muito ela jogando. Onde ela ia, eu estava atrás dela. Para todo lado que ela ia, eu queria estar junto.”
Jorginho e Emerson Palmieri, outro brasileiro naturalizado, são os únicos que podem ser campeões da Champions e da Euro na mesma temporada.
Vice-campeã em 2000 e 2012, quando foi derrotada justamente pela Espanha, a Itália foi campeã europeia apenas em 1968, na terceira edição do torneio. Com o empate em 1 a 1 ontem no tempo normal, a seleção treinada por Roberto Mancini alcançou impressionantes 33 jogos de invencibilidade. Está a dois do recorde mundial de Espanha (em 2009) e Brasil (1996).
Para entender o tamanho da classificação da Itália, é preciso olhar para a história. A Espanha jamais havia sido eliminado em uma semifinal de Eurocopa — havia disputado quatro e se classificado em todas (campeã em 1964, 2008 e 2012 e vice em 1984). Também nunca havia sido derrotada em disputa de pênaltis no torneio continental. Até esta terça-feira.
O gol italiano foi marcado por Chiesa, que fez a Azzurra se tornar a segunda seleção da história da Euro a ter cinco jogadores diferentes com dois ou mais gols em uma mesma edição (Chiesa, Pessina, Insigne, Immobile e Locatelli). Apenas a França, em 2000, atingiu esse feito — e ficou com o título.
— Não consigo descrever minha emoção com palavras — disse Chiesa.
—Estamos muito felizes, o mérito é todo dos jogadores, que sempre acreditaram. Agora nos falta o último passo, e temos que nos recuperar, porque hoje foi um jogo muito exigente. Sofremos com a posse de bola da Espanha, mas chegamos à final — disse o treinador italiano Roberto Mancini.
Do outro lado, uma guerreira Espanha viu o criticado Álvaro Morata, defendido com unhas e dentes pelo técnico Luis Enrique, se tornar o maior artilheiro espanhol em Euros com seis gols, superando Fernando Torres, com cinco.
Porém, no momento decisivo, a Itália levou a melhor. Morata, candidato a herói, desperdiçou a cobrança, assim como Dani Olmo, um dos melhores em campo.
— Isso é futebol. Fomos melhores, o nosso jogo prevaleceu, não merecíamos ficar atrás. Sinto muito orgulho por todos os meus companheiros, pelo grupo, pelo torneio que realizamos. Deram a Itália como favorita, mas fomos superiores — analisou o capitão Sergio Busquets.
Marca foi atingida com a confirmação da dupla Bruno Soares e Marcelo Melo, no tênis Conteúdoredacao@correio24horas.com.br
O Brasil terá a maior delegação de sua história para uma Olimpíada fora de casa em Tóquio. Os números ainda podem ser maiores, mas até o momento já estão garantidos 278 atletas para a competição, superando a maior marca anterior, dos Jogos de Pequim, em 2008, quando o Time Brasil contou com 277 pessoas.
A nova marca foi atingida com a confirmação da dupla Bruno Soares e Marcelo Melo, no tênis. As vagas foram asseguradas nesta segunda-feira (28) pela Federação Internacional de Tênis (ITF, na sigla em inglês).

A parceria confirmou a classificação pelo ranking combinado entre eles, dois dos melhores duplistas do circuito nos últimos anos. Soares é o atual 13º do mundo, mas já foi número dois. Melo figura em 19º, porém já ocupou a liderança do ranking da ATP nas duplas.
"Já sabíamos que iríamos entrar, até pela soma dos nossos rankings, que é boa, mas hoje veio a confirmação oficial. Estou muito feliz mesmo em poder fazer parte dos Jogos Olímpicos mais uma vez, é o objetivo de qualquer atleta. É uma honra poder representar o Brasil em Tóquio", comemorou Soares.
Eles vão disputar a Olimpíada pela terceira vez. Acostumados a jogar juntos na Copa Davis, eles chegaram às quartas de final tanto em Londres-2012 quanto no Rio-2016. Os duplistas se juntam a João Menezes e Thiago Monteiro, que vão jogar na chave de simples. Menezes assegurou a classificação ao faturar o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019. Monteiro, confirmado na semana passada, entrará na Olimpíada pelo ranking direto.
A representatividade nesta edição olímpica só não é maior que no evento anterior, no Rio, em 2016, quando o Brasil contou com 465 atletas. Isso porque, por ser sede dos Jogos, muitas modalidades tinham suas cotas máximas de vagas garantidas e outras nas quais o Brasil não costuma se classificar tiveram participação, como hóquei sobre a grama.
Um dado importante é que, em Tóquio, o Brasil não terá algumas modalidades coletivas que poderiam ampliar o número de esportistas na delegação, como basquete feminino (masculino ainda busca a vaga) e polo aquático nos dois gêneros.
A sétima rodada da atual edição do Brasileirão se encerra na noite desta segunda-feira (28), com Atlético-GO x RB Bragantino, mas o Massa Bruta tem o primeiro lugar garantido nesta semana. Isso porque as demais equipes já entraram em campo e, ainda assim, a equipe de Maurício Barbieri segue líder.

O Bragantino soma 14 pontos na tabela e defende a invencibilidade na competição nacional, após quatro vitórias e dois empates. Caso triunfe sobre o Dragão, o time do interior aumenta a vantagem para o segundo colocado em quatro pontos.
Athletico-PR, Palmeiras e Fortaleza completam o G4 do campeonato, respectivamente. O Furacão e o Verdão têm 13 pontos cada (Athletico leva a melhor em critérios de desempate), ao passo que o Leão do Pici conta com 12.
Já na zona de rebaixamento, aparecem São Paulo, Chapecoense, América-MG e Grêmio. O Tricolor Gaúcho inclusive é o lanterna do torneio, com dois pontos acumulados em cinco partidas.

Arthur Manoel, de 15 anos, considerado uma das maiores promessas e artilheiro da base Rubro-Negra, está de saída do Flamengo. O jogador iria assinar o contrato de formação com o Mais Querido, mas a proposta feita pelo clube não foi aceita pelos pais do atacante.
Os pais de Arthur vão entrar na justiça com uma ação contra o Mengão pelo fato de entenderem que o clube não tem direito de formação do jovem. O artilheiro já recebeu propostas de grandes clubes do futebol brasileiro. O seu futuro é analisado por seu pai.
O jovem chegou ao Mengão com 8 anos para um período de testes. Se destacou tanto que foi aprovado após dois treinos para integrar o sub-9 de futsal. Nos primeiros quatro anos como jogador do Flamengo, conquistou o Campeonato Carioca de 2018 contra o Fluminense, na ocasião, marcou dois gols e foi o destaque da competição. E, a Aldeia Cup contra o Corinthians, marcando o gol do título.

Os confrontos das oitavas de final da Copa do Brasil foram definidos na tarde desta terça-feira, após sorteio realizado na sede da CBF, no Rio de Janeiro. Apenas dois duelos serão entre clubes que estão atualmente na Série A do Campeonato
.jpg)
Brasileiro: Bahia x Atlético-MG e Athletico-PR x Atlético-GO.
Veja todos os confrontos:
São Paulo x Vasco
Fluminense x Criciúma
Grêmio x Vitória
CRB x Fortaleza
Flamengo x ABC
Athletico-PR x Atlético-GO
Bahia x Atlético-MG
Juazeirense x Santos
Após a definição dos confrontos, a CBF vai sortear também a ordem de mando de campo das partidas. Esta reportagem será atualizada na sequência.
O calendário da CBF prevê que os jogos de ida e volta das oitavas de final da Copa do Brasil sejam realizados entre o fim de julho e início de agosto. As datas e os horários serão divulgados pela entidade posteriormente.

Nas quartas de final, haverá novo sorteio para definir os confrontos com os classificados. Só então será definido o chaveamento completo até a decisão da Copa do Brasil.