
O Ministério Público Federal (MPF) pretende cobrar a devolução de mais de R$ 3,3 milhões pelo uso indevido ou injustificado da cota de passagens aéreas da Câmara entre 2007 e 2009, dos então 43 deputados da Bahia no período, entre eles o prefeito de Salvador, ACM Neto, e o vice-governador da Bahia, João Leão.
O escândalo ficou conhecido como “Farra das Passagens”, e dos acusados, 16 exercem mandato atualmente no Congresso, seja como deputado ou senador, e os demais estão fora de Brasília.
Na lista ainda estão o vice-prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins (PMDB), e Mário Negromonte, conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
Na relação aparecem ainda oito ministros do presidente Michel Temer e governadores de três estados – Distrito Federal, Maranhão e Sergipe.
A relação está em atualização pelos procuradores e vai render ações de ressarcimento e improbidade. Quem devolver o dinheiro antes se livra de um processo, segundo a procuradora Sara Moreira Leite, que está à frente de um inquérito civil que se arrasta há anos no Ministério Público.
A intenção é acionar todas as 558 pessoas da lista, que gastaram 76 mil bilhetes aéreos irregularmente, na avaliação dos procuradores, 1.606 para o exterior. Mas antes é preciso atualizar os valores, excluir eventuais políticos falecidos e passar a abrir ações na Justiça até concluir tudo em menos de um ano.
EventoPorto Seguro recebe celebração dos 30 anos da Diocese de Eunápolis com grande show de Frei Gilson
VeracelEntre harpias, guigós e descobertas científicas, reserva no Sul da Bahia completa 28 anos revelando a biodiversidade da Mata Atlântica
EunápolisÉ de Eunápolis o hidromel medalha de ouro no Concurso Brasileiro do produto