
Testemunhas contaram que dois homens foram vistos em telhado de loja.
Fogo atingiu 10 prédios do centro de comércio; ninguém ficou ferido.
O Corpo de Bombeiros investiga as causas do incêndio que atingiu dez prédios na Saara, o maior centro de comércio popular do Rio, que abriga cerca de 1.200 lojas, na noite de sexta-feira (29). Testemunhas contaram que viram duas pessoas no telhado e que o fogo pode ter sido criminoso, como mostrou o RJTV. O resultado da perícia deve ficar pronto em 30 dias.
Neste sábado (30), dia de grande movimento por causa da Páscoa, quem passou por lá encontrou ruas interditadas, devido ao trabalho de demolição dos imóveis condenados devido aos danos do fogo e do trabalho de rescaldo. A Rua Buenos Aires ficará interditada até a segunda-feira (1º) entre a Avenida Passos e a Rua Regente Feijó, disse o subsecretário de Defesa Civil do Município, Márcio Motta.
O prédio da Papelaria Caçula, na mesma rua, onde o fogo teria começado por volta das 22h de sexta-feira (29), terá apenas os dois pavimentos superiores demolidos.
A Rua Regente Feijó, entre a Rua Senhor dos Passos e a Rua Buenos Aires, e a Rua Gonçalves Ledo, entre a Rua Senhor dos Passos e o Beco do Tesouro, também foram interditadas, segundo o Centro de Operações da Prefeitura.
Por volta das 2h deste sábado, os bombeiros controlaram o incêndio. Na manhã deste sábado, havia muita fumaça no local e bombeiros ainda trabalhavam no rescaldo.
O incêndio teria começado por volta das 23h na Papelaria Caçula. Representantes da empresa que estiveram no local acreditam que houve perda total do material, que estava em setes prédios. Como era feriado, não havia expediente na loja e nenhum funcionário estava no local quando o fogo começou.
Em nota enviada pela assessoria de imprensa, a empresa informou que "lamenta profundamente" o incêndio e que "acompanha o trabalho e a apuração dos fatos". "As demais lojas da Caçula, localizadas em doze endereços no Rio e Grande Rio, continuam com seu funcionamento normal", conclui o texto.
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