
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, da Aeronáutica, informou nesta terça-feira (2) que o helicóptero que caiu há dois meses com Thomaz Alckmin, filho do governador Geraldo Alckmin (PSDB), estava com dois componentes – fundamentais para que o piloto comandasse a aeronave – desconectados.
Segundo os investigadores, o problema já acontecia no momento da decolagem e aponta para uma possível falha na manutenção da aeronave que caiu em São Paulo. A manutenção do helicóptero foi feita pela empresa Helipark, que ainda não se manifestou sobre a nota do Cenipa.
Os estudos apontam que o piloto Carlos Haroldo Isquerdo, 53, esteve durante todo o voo no comando do helicóptero. Havia a suspeita de que Thomaz Alckmin pudesse estar pilotando a aeronave. Os danos nas pás do rotor, na cauda e no motor foram em decorrência da queda e não o motivo do acidente, afirma o documento.
Além de Thomaz e do piloto, outras três pessoas morreram no acidente: o mecânico Paulo Henrique Moraes, 42, funcionário da empresa Seripatri, e os mecânicos Erick Martinho, 36, e Leandro Souza, 34, funcionários da Helipark, empresa responsável pela manutenção do helicópteroO helicóptero modelo EC 155 B1 foi fabricado pela empresa Eurocopter France. Ele pertencia à Seripatri Participações, do empresário José Seriperi Júnior, controlador também da empresa Qualicorp, administradora de planos de saúde.
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