
Morreu no início da tarde desta sexta-feira o português Antônio José Pita Martins, de 55 anos. Ele caiu de um guindaste que desmontava nas obras da Arena Amazônia.
Morreu no início da tarde desta sexta-feira o português Antônio José Pita Martins, de 55 anos. Ele caiu de um guindaste que desmontava nas obras da Arena Amazônia, em Manaus.
É o terceiro trabalhador que morreu na construção do estádio, o recordista, agora isolado, de acidentes fatais entre os 12 estádios da Copa do Mundo. Ao todo, já morreram sete pessoas que trabalhavam em obras de estádios para o Mundial.
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O acidente aconteceu pela manhã. Martins, que trabalha numa empresa terceirizada da obra, chegou a ser internado, mas não resistiu aos ferimentos.
As obras do estádio seriam inspecionadas na manhã desta sexta-feira pelo governador do Amazonas, Omar Aziz, juntamente de deputados e vereadores. Devido ao acidente, a visita foi cancelada.
O jornal "O Estado de S.Paulo" disse que, de acordo com funcionários da obra, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) demorou para chegar no local e que Martins foi atendido por colaboradores de uma Unidade Móvel particular.
As outras duas mortes na Arena Amazônia ocorreram em dezembro de 2013. No dia 14, Marcleudo de Melo Ferreira, de 22 anos, faleceu ao também sofrer uma queda. Já José Antônio da Silva Nascimento, de 49 anos, morreu após um infarto, pouco depois.
Ultimamente, o estádio da Região Norte do país chamou atenção por conta de uma denúncia no jornal inglês Mirror, que apontava a presença de haitianos trabalhando em condições similares à escravidão no local.