
105 bancários do extremo sul da Bahia, por unanimidade, disseram “não” à proposta feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na última rodada de negociação. Os trabalhadores rejeitaram, em assembleia que aconteceu na noite desta quinta-feira (01), o irrisório índice de 5,5% e decidiram também por unanimidade, pela realização greve geral da categoria por tempo indeterminado, a partir da 0h da próxima terça (6).
As negociações tiveram início na primeira quinzena de agosto. Nenhum avanço, somente negativas, às reivindicações sobre garantia de emprego, mais saúde e melhores condições de trabalho e mais segurança. Os representantes dos bancos ofereceram uma proposta que representa uma perda de 4% não somente nos salários, mas também em relação às contribuições previdenciárias, aos vales e ao piso da categoria - além de resgatar a famigerada política do abono, herança do tempo do reajuste zero do governo FHC.
Sindicatos cobram do BB, BNB e da Caixa propostas específicas.
Os bancários também rejeitaram as propostas (ou falta delas) do BB, BNB e da Caixa, que também sequer sinalizaram retomar as negociações, apesar da forte pressão da representação dos trabalhadores e mesmo após a Fenaban fazer sua proposta.
“Vamos à luta, construir uma grande mobilização, denunciar os banqueiros rumo a um acordo que dignifique os trabalhadores bancários”, conclama Carlos Eduardo, coordenador geral do Sindicato dos Bancários do Extremo Sul da Bahia (Sindibancários).
SaúdeDiretor do Sindibancários participa de audiência da CPI da Saúde em Teixeira de Freitas
Eunápolis Mulher morre em intervenção policial da Rondesp no Juca Rosa; arma e drogas são apreendidas
FutebolVitória é pentacampeão da Copa do Nordeste e o Skokka marcou presença na festa do Barradão