A delegação da Bahia já se encontra em São Paulo, capital, para participação nas Paralimpíadas Escolares/2022, com provas a iniciarem nesta quarta-feira, 23, no Centro Paralímpico Brasileiro. Com a presença de mais de 1.300 atletas de 7 a 14 anos de todo o Brasil, representando 25 estados em 14 modalidades esportivas, a edição 2022 é considerada uma das maiores desde que o Comitê Paralímpico Brasileiro começou, em 2006, a organizar torneios esportivos reunindo pessoas com deficiência.


A Bahia está representada por 12 atletas estudantes que disputarão medalhas com jovens da mesma faixa etária, em provas realizadas no Centro Paralímpico Brasileiro, referência mundial em equipamento esportivo. Também integram a delegação baiana técnicos, gestores de esporte e mães dos jovens que, a depender da deficiência, precisam do acompanhamento de um familiar maior de idade. Ao todo, são 30 pessoas, tendo como chefe da delegação o professor de Educação Física, Virgílio Leiro.
A viagem aérea de todo o grupo da Bahia até a capital paulista foi garantida com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação e da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, numa parceria com a Federação Baiana de Esporte Escolar.
“Não sinto pressão dentro de campo. Medo? O que é medo? Quando você cresce tendo que pular cadáveres apenas para chegar à escola, você não pode ter medo de nada no futebol. Jogava em quadra de asfalto, descalço, com os pés sangrando. Não tínhamos dinheiro para chuteiras. Eu era pequeno, mas driblava com uma maldade que vinha de Deus. Driblar sempre foi algo dentro de mim. Um instinto natural.

E eu não me intimidava. Eu driblava os traficantes. Dava elástico nos bandidos, canetava os ladrões. Não estava nem aí. A 15 passos da nossa casa, sempre havia traficantes vendendo paradas erradas. A gente estava tão acostumado a ver armas que nem era mais tão assustador. Tínhamos mais medo da polícia derrubar nossa porta.
Uma vez, eles invadiram nossa casa procurando alguém e entraram correndo gritando. Não encontraram nada, é claro. Mas quando é muito jovem, esses momentos deixam uma marca. Aos 14, consegui minha chance no São Paulo.
Todos os dias depois da escola, eu ia para o clube com o estômago vazio. Às vezes, se fosse num dia bom, eu e meus companheiros de equipe fazíamos uma vaquinha para comprar uma bolacha para a viagem de ônibus de volta pra casa. Eu não tinha que fingir estar com fome de motivação. A fome era real.”
Ela tinha 62 anos e foi uma das principais atletas do Brasil na década de 1980. Estava internada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A causa da morte, nesta quarta (16), não foi divulgada. Isabel chegou a ser anunciada nesta semana para o grupo de esportes do governo Lula.

Isabel Salgado, ex-jogadora de vôlei da seleção brasileira, morreu nesta quarta-feira (16), aos 62 anos de idade, em São Paulo. Ela estava internada no Hospital Sírio-Libanês, na região central da capital paulista. A causa da morte não foi divulgada.
A informação foi confirmada por fontes do g1. O hospital ainda não se pronunciaram sobre a morte dela. Uma empresa de comunicação, que representa uma das filhas de Isabel, divulgou um comunicado confirmando a morte e a cerimônia de despedida, que será no Rio de Janeiro
Isabel foi uma das principais jogadoras de vôlei de quadra da seleção brasileira da década de 1980, disputou dois Jogos Olímpicos e foi dona de seis medalhas em Mundiais.
Ela também havia sido anunciada nessa semana como um dos nomes para compor o grupo de esportes da equipe de transição do governo Lula. Junto com ela foram nomeados a ex-jogadora de vôlei Ana Moser e o ex-jogador de futebol Raí.
Maria Isabel Barroso Salgado Alencar nasceu no Rio de Janeiro em 2 de agosto de 1960. Começou a jogar vôlei de quadra no Flamengo. Depois chegou a seleção brasileira. Participou das olimpíadas de 1980, em Moscou, na extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), e na de 1984, em Los Angeles, nos Estados Unidos da América (EUA). Também jogou vôlei de areia.
Isabel deixou cinco filhos: Maria Clara (ex-jogadora de vôlei de praia), Carol Solberg e Pedro Solberg (jogadores de vôlei de praia), Pilar Salgado e Alisson.
Segundo a Nova Comunicação, escritório que representa a atleta Carol Solberg, Isabel será velada a partir das 11h de quinta-feira (17) na Capela Histórica, no Rio. O corpo da ex-atleta será cremado às 14h no Crematório do Cemitério do Caju.
"Agradecemos a solidariedade e pedimos a compreensão de todos neste momento difícil para familiares e amigos", informa trecho do comunicado.
Em sua segunda participação no Campeonato Intermunicipal, a seleção de Quijingue surpreendeu a de Itajuípe e conquistou neste domingo (13) o seu primeiro título de campeão. Depois de perder em casa por 1x0, o time da região do sisal foi à casa do adversário e venceu por 3x2 no tempo normal e por 2x0 nos pênaltis.

O jogo, no estádio Humberto Badaró, em Itajuípe, foi muito conturbado, com quatro jogadores expulsos do campo. Robinho, Garrudo e Pó marcaram para Quijingue, enquanto que Fábio Santaluz e Dedéu descontaram para a seleção mandante. Na cobrança de pênaltis, Raniel e Garrudo marcaram para o time campeão.
A seleção de Quijingue começou a disputar o Intermunicipal em 2019, e em sua primeira decisão, conquistou o título, levando a sua torcida ao delírio. Já a equipe de Itajuípe foi à final pela sexta vez, sendo campeão duas vezes – em 1987 e em 2013.
Apesar de ter sofrido três gols no jogo decisivo, Rose, de Itajuípe, conquistou o título de melhor goleiro do Intermunicipal, sofrendo somente seis tentos em 18 partidas. Por outro lado, os atacantes Romário, de Ibicuí, e Thêsco, de Nova Canaã, dividem a artilharia, com 10 gols cada.
Por Domingos Oliveira/Foto: FBF
Antes da convocação do técnico Tite, a assessoria da CBF informou que exibiria um vídeo: tratava-se de uma peça publicitária para promover a camisa da seleção brasileira. É uma iniciativa para tentar dissociar o uniforme do time nacional de política, já que foram usados largamente como símbolo pelos apoiadores do presidente República, Jair Bolsonaro.

No vídeo, há um rap com o refrão utilizando um trecho da música de Lulu Santos "Tão bem". O refrão da música é "Ela me faz tão bem, Ela me faz tão bem/Que eu também quero fazer isso por ela." É uma referência à camisa da seleção.
"É o início de uma campanha institucional. Passará na TV aberta e fechada, e redes sociais. É para mostrar que todos podem se sentir bem com a camisa da seleção", contou o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues.
Durante a eleição, a CBF já pensava em lançar esse movimento para dissociar o uniforme amarelo de só um movimento político, no caso de apoiadores do presidente Bolsonaro, o que afastava os outros torcedores. Só que houve a percepção que não adiantaria dar um passo nesta direção durante o pleito. Era preciso esperar a conclusão da votação.
Por isso, a CBF e a comissão técnica da seleção vinham se mantendo afastadas de qualquer partido ou movimentos políticos. Havia uma cautela justamente para evitar criar antipatia ao time.
O principal jogador da equipe, Neymar, optou por se posicionar durante a eleição ao declarar apoio a Bolsonaro. Ainda prometeu festejar um gol com os números do então candidato, que acabou derrotado no pleito. Apesar de se manter neutra, a CBF respeita a posição de cada jogador.
Mas a atitude do jogador do PSG tornou mais difícil a tarefa da confederação de dissociar o time da política. A campanha institucional é o primeiro passo nesse sentido, embora se entenda na CBF de que é um processo que não será resolvido apenas com uma campanha publicitária. Há uma expectativa que, com o tempo, o clima da eleição seja dissipado.
A campanha — chamada de "Energia" — foi iniciada no domingo com inserções na Globo. Há duas versões do filme, uma mais longa e outra mais curta, feita para TV aberta.
A Copa do Mundo de 2022 começa no dia 20 de novembro com a partida entre a seleção anfitriã, Qatar, contra o Equador. Essa será a 22ª edição da competição, que tem o Brasil como o maior campeão, com cinco títulos. A expectativa para a chegada da Copa do Mundo e a busca pelo hexa é grande, mas será que você conhece toda a história do torneio? Quais são os campeões? Quem são os maiores artilheiros? Qual a pior classificação da seleção brasileira? Confira tudo a partir de agora.

Como a Copa do Mundo começou?
Antes de falarmos sobre os campeões, vamos entender um pouco mais sobre o surgimento do torneio. A Copa do Mundo começou a ser pensada assim que a Fifa foi criada, em 1904, e teve a adesão da Bélgica, França, Holanda, Espanha, Suíça e Suécia. Mas foram algumas tentativas frustradas até que o primeiro torneio fosse realizado no Uruguai, em 1930.
O grande responsável por conseguir colocar a ideia em prática foi o francês Jules Rimet, que presidiu a Fifa por mais de 30 anos, entre 1921 e 1954. Rimet se concentrou na criação da Copa do Mundo após o sucesso do futebol nos Jogos Olímpicos de 1924 e 1928, ambos vencidos pela seleção do Uruguai, que acabou recebendo o apelido de Celeste Olímpica devido às conquistas.
Logo após a realização dos jogos de 1928, em Amsterdã, uma reunião bateu o martelo sobre a Copa do Mundo de 1930, mas a decisão de que o torneio seria no Uruguai saiu apenas no ano seguinte. Países como Hungria, Itália e Espanha também se candidataram para serem a sede, mas o Uruguai acabou escolhido durante um congresso realizado em Barcelona.
A primeira Copa do Mundo contou com apenas 13 participantes, sendo quatro europeus (Bélgica, Romênia, Iugoslávia e França), dois da América do Norte (Estados Unidos e México) e sete da América do Sul (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai).
A seleção anfitriã acabou confirmando seu favoritismo e foi campeã ao bater os argentinos na final pelo placar de 4 a 2. O Brasil não teve uma participação relevante em sua primeira Copa do Mundo, sendo eliminado na primeira fase após perder para Iugoslávia, por 2 a 1, e vencer a Bolívia, por 4 a 0. Ao final, a Seleção terminou o torneio em sexto lugar.
Itália bicampeã e pausa na Segunda Guerra
Depois da primeira, foram realizadas mais duas edições, 1934 e 1938, na Itália e França, respectivamente. As duas edições foram vencidas pela Itália, que bateu a Checoslováquia em 1934, e a Hungria, em 1938. A Copa de 1934 marcou a pior participação do Brasil na história das Copas, com a Seleção terminando a competição em 14º lugar.
Após a realização das duas primeiras Copas do Mundo em solo europeu, o torneio teve de ser paralisado devido a Segunda Guerra Mundial.
Depois de um hiato causado pela guerra, a Copa do Mundo voltou a ser realizada, no Brasil, em 1950. Essa Copa ficou marcada pelo Maracanaço, quando o favorito Brasil acabou derrotado pelo Uruguai e deixou o título escapar. A partida decisiva, inclusive, registrou o maior público presente da história das Copas, já que 199.854 pessoas estiveram no Maracanã no famoso 16 de julho de 1950. Desde então, mais 18 edições foram realizadas, com outros seis países sendo consagrados como campeões.
Quem são os campeões da Copa do Mundo?
Até a 21ª edição, realizada na Rússia em 2018, oito seleções conquistaram a Copa do Mundo. Nove títulos ficaram na América do Sul, sendo cinco do Brasil, dois da Argentina e dois do Uruguai.
As competições restantes foram vencidas pelos europeus. Alemanha e Itália venceram o torneio quatro vezes cada uma, a França, atual campeã, venceu o torneio duas vezes, enquanto Espanha e Inglaterra possuem um título cada.
A seleção da Alemanha é a que mais vezes foi vice-campeã do torneio, sendo derrotada em quatro oportunidades (1966, 1982, 1986 e 2002). Argentina e Holanda vem logo atrás, com três decisões perdidas. Os argentinos foram derrotados em 1930, 1990 e 2014, enquanto os holandeses perderam as finais em 1974, 1978 e 2010.
A Hungria perdeu duas decisões, sendo derrotada pela Itália (1938) e Alemanha Ocidental (1954). Já o Brasil saiu derrotado em 1950 (a derrota já citada para o Uruguai não foi exatamente em uma final, mas o regulamento tornou a partida decisiva) e em 1998, quando perdeu para a França por 3 a 0.
Os 5 títulos do Brasil
O Brasil é o maior vencedor da Copa do Mundo, com cinco títulos. A primeira conquista veio em 1958, embalada por uma dupla formada por Garrincha, do Botafogo, e o jovem Pelé, que com apenas 17 anos foi responsável por dois gols na final contra s Suécia, então anfitriã do torneio.
A seleção brasileira conquistou o bicampeonato no torneio seguinte, realizado no Chile, em 1962, ao bater a Checoslováquia na final pelo placar de 3 a 1. Após a derrota precoce em 1966, quando terminou o torneio no modesto 11º lugar, o Brasil voltou a conquistar a competição em 1970 ao vencer a final contra a Itália por 4 a 1. Com o título, Pelé se tornou o primeiro e único jogador a vencer o torneio por 3 vezes.
O tetra veio em 1994, com o protagonismo de Romário nos Estados Unidos - e uma ajudinha de Roberto Baggio nos pênaltis. Presente na comissão técnica, Zagallo entrou para a história ao ser a única pessoa a conquistar a Copa do Mundo 4 vezes (duas como jogador, 1958 e 1962, uma como treinador, em 1970, e uma como auxiliar).
Por fim, o penta foi conquistado na primeira edição realizada em dois países, Coreia do Sul e Japão, em 2002. A final contra a Alemanha acabou 2 a 0 para o Brasil, com show de Ronaldo, que marcou dois gols e se consagrou como o artilheiro da competição com 8 gols.
Os maiores artilheiros da Copa do Mundo
Por falar em Ronaldo, o Fenômeno chegou a se consagrar como o maior artilheiro da história das Copas em 2006, quando marcou seu 15º gol na competição diante de Gana, nas oitavas de final. A liderança na artilharia foi perdida para o alemão Miroslav Klose, que marcou o 16º gol justamente contra o Brasil, na semifinal de 2014, durante o fatídico 7 a 1. O pódio dos artilheiros é completado por outro alemão: o lendário Gerd Müller, com 14 gols.
Já o maior artilheiro de uma única edição é o francês Just Fontaine, que marcou 13 gols ao longo das seis partidas que disputou na Copa de 1958. O desempenho de Fontaine o coloca com uma das maiores médias entre os principais artilheiros da competição, com 2,16 gol por jogo.
Confira os 10 maiores marcadores da história das Copas:
Miroslav Klose (Alemanha) - 16 gols
Ronaldo (Brasil) - 15 gols
Gerd Müller (Alemanha) - 14 gols
Just Fontaine (França) - 13 gols
Pelé (Brasil) - 12 gols
Sándor Kocsis (Hungria) - 11 gols
Jürgen Klinsmann (Alemanha) - 11 gols
Helmut Rahn (Alemanha Ocidental) - 10 gols
Gary Lineker (Inglaterra) - 10 gols
Gabriel Batistuta (Argentina) - 10 gols
Todas as finais da história da Copa do Mundo
Conhece todas as finais da Copa do Mundo? Confira os campeões, os vices e os resultados das partidas decisivas de cada torneio - à frente, o local em que foi disputado:
1930 - Uruguai: Uruguai 4 x 2 Argentina
1934 - Itália: Itália 2 x 1 Checoslováquia
1938 - França: Itália 4 x 2 Hungria
1950 - Brasil: Brasil 1 x 2 Uruguai (não havia uma decisão programada, mas o regulamento acabou tornando esse jogo decisivo)
1954 - Suíça: Alemanha Ocidental 3-2
Hungria
1958 - Suécia: Brasil 5 x 2
Suécia
1962 - Chile: Brasil 3 x 1 Checoslováquia
1966 -
Inglaterra: Inglaterra 4 x 2 Alemanha Ocidental
1970 - México: Brasil 4 x 1 Itália
1974 - Alemanha: Alemanha Ocidental 2 x 1 Holanda
1978 - Argentina: Argentina 3 x 1
Holanda
1982 - Espanha: Itália 3 x 1 Alemanha Ocidental
1986 - México: Argentina 3 x 2 Alemanha Ocidental
1990 - Itália: Alemanha Ocidental 1 x 0 Argentina
1994 - EUA: Brasil 0 x 0 Itália (3-2 nos pênaltis)
1998 - França: França 3 x 0 Brasil
2002 - Coreia do Sul e Japão: Brasil 2 x 0 Alemanha
2006 - Alemanha: Itália 1 x 1 França (5-3 nos pênaltis)
2010 - África do Sul: Espanha 1 x 0 Holanda
2014 -
Brasil: Alemanha 1 x 0 Argentina
2018 -
Rússia: França 4 x 2 Croácia
Itajuípe largou na frente na corrida final pelo título do Intermunicipal 2022. Neste domingo (6), a seleção do Sul da Bahia venceu Quijingue por 1 a 0, na casa da adversária, no jogo de ida da decisão.

O atacante Kaká marcou o único gol da partida e colocou a equipe itajuipense em vantagem pelo título. No jogo de volta, no próximo domingo (13), em Itajuípe, a seleção local só precisará de um empate para sagrar-se campeã.
Já Quijingue, com a derrota, terá que vencer longe de casa por dois ou mais gols de diferença para conquistar o primeiro título no tempo regulamentar. Se vencer por um gol de diferença, levará a decisão para os pênaltis.
Itajuípe busca o tricampeonato Intermunicipal na sua quinta final na competição. A bicampeã conquistou os títulos de 1987 e 2013.
Quijingue, por sua vez, é estreante na decisão e busca seu primeiro título. Esta é apenas a segunda participação da seleção da Região Sisaleira no maior campeonato de futebol não profissional do Brasil.
FBF presente - A Federação Bahiana de Futebol esteve presente na primeira partida da final do Intermunicipal 2022. O Diretor de Registros e Transferências, Felipe Quadros, e o Coordenador de Competições, Silvio Mendes Jr (foto), representaram a entidade no Estádio Municipal de Quijingue. Eles posaram para foto com os presidentes das Ligas de Itajuípe, Fredson Figueiredo, e Quijingue, Rubi Oliveira.
Fonte: FBF
A Prefeitura de Eunápolis – por meio da Secretaria de Esporte, Juventude, Cultura e Lazer – segue apoiando, incentivando e promovendo as mais diversas práticas esportivas no município por meio da valorização dos atletas, que têm conquistado destaque em diversos campeonatos a nível estadual.

KARATÊ - A equipe de karatê participou do Campeonato Baiano de Karatê Shinkyokushin, realizado em Itacaré, no qual os karatecas Gileno Pinheiro de Souza foi campeão kumitê na categoria de 55 a 60 anos; Civan Nei de Oliveira Dias foi primeiro lugar kata e kumitê na categoria de 51 a 55 anos; Marcos Phelipe foi campeão kata na categoria adulto de 21 a 35 anos; Bianca Chaves conquistou segundo lugar kumitê e kata na categoria feminina adulta de 21 a 35 anos; e Kauan André ficou em terceiro colocado na categoria de 17 a 20 anos.

GINÁSTICA RÍTMICA - As alunas dos projetos Virando o Jogo e Sonhar foram vice-campeãs do Torneio Estadual de Ginástica Rítmica, em Lauro de Freitas. Conduzidas pela professora Tacizia Medeiros, Kamilly Carvalho foi vice no aparelho maças e vice geral na categoria juvenil nível I; Ana Vitória Medeiros conquistou a segunda colocação no aparelho maças e terceiro lugar geral na categoria juvenil nível II.
VOLEIBOL - A equipe feminina se classificou para a final da Liga de Voleibol do Extremo Sul da Bahia (LIVESB) e vai jogar contra o time de Porto Seguro, dia 26 de novembro, em Teixeira de Freitas. Já a equipe masculina deu adeus à competição, que aconteceu em Caravelas, após árdua partida.

“Todos esses campeonatos foram realizados durante o último fim de semana e é possível dimensionar o quanto nossos atletas estão preparados para as competições, sempre alcançando importantes resultados graças ao trabalho da gestão municipal voltado para a inclusão social e garantir à juventude o acesso às atividade físicas e de lazer”, frisou o secretário de Esporte, Juventude, Cultura e Lazer, Leandro Lima.

Campeonato Baiano de Futebol Intermunicipal Ednaldo Rodrigues Gomes terá como finalistas as seleções de Quijingue e Itajuípe, que se classificaram neste sábado (29) vencendo os jogos de volta das semifinais. O primeiro duelo da grande final será no próximo domingo (06/11) na cidade de Quijingue.
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Na disputa da vaga com Nova Canaã (foto) , o representante do nordeste baiano venceu na casa do adversário por 2x0, após empate em 1x1 no jogo de ida das semifinais.
Robinho abriu o marcador aos 46 minutos do primeiro tempo, num cruzamento da linha de fundo em que a bola varou diretamente o gol. Na epapa final, logo aos 15 minutos, Sadrak ampliou para o time visitante, aproveitando um cruzamento do colega Nailton.
Itajuípe persegue o tri
Em Itajuípe, com o gramado do estádio Humberto Badarò completamente encharcado devido a forte chuva, a seleção local derrotou Itapetnga por 1x0, com gol do meia Alex, aos 46 minutos da etapa inicial.
Após diversas tentativas, a equipe conseguiu marcar, após um rebote na área do adversário. A bola sobrou para Alex, que assinalou o único gol da partida. No jogo de ida, os dois times empataram em 1x1.
Com um dos maiores investimentos em 2022, a equipe de Itajuípe busca o terceiro título no campeonato. O time levantou o troféu pela primeira vez em 1987, superando Santo Amaro na final. Ja o bicampeonato veio em 2013 contra Porto Seguro.
Caçula na competição, com apenas duas participações, a seleção de Quijingue tem como objetivo surpreender o adversário na decisão e erguer a sua primeira taça no Intermunicipal.
Por Domingos Oliveira - Foto: reprodução TVI/You Tube
Dois empates com o placar de 1x1 marcaram neste domingo (23) a primeira rodada da fase semifinal do Campeonato Intermunicipal, promovido pela FBF (Federação Bahiana de Futebo).
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Em Itapetinga, em meio à presença em peso da torcida, a seleção de Itajuípe saiu na frente já no primeiro tempo, com gol de Igor Tanquinho. O jogador aproveitou um cruzamento na área e balançou a rede, numa falha do goleiro Ju.
Logo no início da etapa final, o atacante Silas cobrou uma falta certeira na entrada da área e empatou à partida. O arqueiro Rose conseguiu tocar na bola, mas não evitou o gol.
No outro duelo das semifinais, entre Quijingue e Nova Canaã, o time anfitrião abriu o placar no primeiro tempo, através de Nailton. Os visitantes conseguiram o empate nos minutos finais da partida, com Thesco, artilheiro do Intermunicipal, com 10 gols.
As seleções finalistas serão conhecidas no próximo sábado (29), nos jogos de volta. Se houver novos empates, as vagas para a decisão serão definidas nos pênaltis.
Na corrida ao título do Intermunicipal 2022, as seleções de Itajuípe e Itapetinga buscam o tricampeonato. Sem tradição na competição, Quijingue e Nova Canaã chegam pela primeira vez às semifinais.
Por Domingos Oliveira - Foto: divulgação/Ascom PME)