Coluna Vem K!
Por: Karina Christina Souza
04/04/2026 - 11:10:49

Oi… vem cá, senta aqui um pouquinho.

Sabe quando a vida dá aquela pausa meio estranha, tipo um silêncio depois de muito barulho? E daí vem a pergunta que não dá mais pra adiar: e agora, o que importa de verdade?

 

Eu tenho a sensação de que a gente passa tanto tempo correndo atrás do que disseram que era importante… sucesso, aprovação, dar conta de tudo, ser tudo pra todo mundo… que, quando a poeira baixa, fica meio perdido. Tipo: “peraí… isso tudo era mesmo pra mim?”

 

E daí entra um ponto que, para mim, muda tudo: nem tudo o que é esperado socialmente faz sentido pra vida da gente.

Existe um roteiro meio invisível, não é? Estudar “na hora certa”, casar, ter filhos, construir uma família dentro de um modelo específico… como se existisse um jeito certo de viver.

 

Mas a vida real… ela abriu outras possibilidades.

 

Hoje, as famílias têm outras formas, outros ritmos, outros significados. Tem gente que constrói família com amigos, tem quem viva sozinho e em paz, tem quem recomece mais tarde, tem quem faça escolhas completamente diferentes do que um dia imaginou. E tudo isso também é válido. Também é inteiro.

 

E sabe por que isso tudo importa tanto agora?

 

Porque a gente está vivendo um tempo em que a saúde mental virou um alerta coletivo.

Não é exagero: mais de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com algum transtorno mental, como ansiedade e depressão.

 

No Brasil, os números também assustam — cerca de *26,8% da população relata ansiedade de acordo com o Observatório da Atenção Primária, e a depressão pode atingir até 15,5% das pessoas ao longo da vida, segundo a agência de Serviços e Informações do Brasil.

E talvez o dado mais simbólico: os afastamentos por questões mentais no trabalho não param de crescer, mostrando que isso deixou de ser um problema individual e virou uma questão de vida mesmo.

 

Ou seja… não é só você. Não é fraqueza. É o mundo pedindo um outro jeito de viver.

 

Por isso, talvez agora faça ainda mais sentido escolher com mais consciência o que realmente importa.

 

Importa o que te dá paz — não só alegria passageira, mas aquela paz silenciosa, que não precisa provar nada pra ninguém.

Importa quem fica quando você não está no seu melhor.

Importa o que não te violenta por dentro.

 

E, principalmente… importa cuidar da sua saúde mental como prioridade, não como luxo.

Porque quando a mente está em guerra, nada sustenta. Mas quando ela encontra um pouco de equilíbrio… até o simples vira suficiente.

 

Às vezes, o que importa é saber parar.

É colocar limites.

É não entrar em disputas que te esgotam.

É dizer “não” sem culpa.

É não seguir expectativas que nunca foram suas.

 

Porque viver tentando caber no que esperam de você pode até parecer certo por fora… mas cobra um preço alto por dentro.

 

E talvez a grande virada seja essa: entender que a sua vida não precisa parecer com a de ninguém — nem com a que você mesmo imaginou um dia.

 

Importa poder se olhar com mais gentileza.

Importa respeitar seu tempo.

Importa construir uma vida que faça sentido por dentro, não só por fora.

 

Talvez, no fim das contas, o que importa de verdade seja isso…

um pouco mais de verdade, um pouco mais de cuidado consigo…

e coragem de viver uma vida que te faça bem — não só uma vida que faça sentido para os outros.

 

E me diz…

se você parasse hoje de tentar corresponder ao mundo… o que você escolheria cuidar primeiro em você?

 

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Por: Karina Christina Souza
27/03/2026 - 13:08:22

Há dores que não gritam, mas que reorganizam uma vida inteira por dentro. Algumas nascem do que não aconteceu. Do que não pôde ser vivido. Do que, por mais sonhado que tenha sido, não encontrou lugar na realidade.

Eu quis ser jornalista. Quis ter estudado mais cedo, seguido por esse caminho, feito dessa vontade uma profissão. Também quis ser mãe. E essa ausência talvez seja ainda mais sensível, porque não veio por escolha, mas pelos limites que a saúde impôs.

Por muito tempo, certas frustrações nos fazem sentir menores. Como se a vida que não aconteceu diminuísse a vida que existe. Como se não ter vivido alguns capítulos nos colocasse em falta diante do mundo.

Mas essa é uma violência silenciosa que podemos recusar. Nem toda história seguirá o roteiro desejado. Nem toda mulher viverá a maternidade. Nem todo sonho profissional encontrará seu tempo. E ainda assim, uma vida pode ser inteira. Ainda assim, uma história pode ter densidade, valor e beleza.

Lembro-me de um trecho escrito por Almir Sater e Renato Teixeira: “Ando devagar porque já tive pressa...” Hoje, essa frase me toca de outro jeito. Há um tipo de maturidade que nasce quando a gente para de correr atrás de validações impossíveis e começa, aos poucos, a fazer as pazes com a própria travessia. Não sem dor. Não sem luto. Mas com mais verdade.

Porque chega um momento em que seguir em frente deixa de ser entusiasmo e passa a ser decisão. Ou continuamos vivendo, mesmo com o que faltou, ou acabamos engessados na reclamação e no lamento. E a verdade é que nenhuma das perdas que nos atravessaram será desfeita por permanecermos ajoelhados diante delas.

Seguir em frente não é esquecer. Não é dizer que não doeu. É apenas não permitir que aquilo que não foi possível defina toda a nossa história.

Há sonhos que não se realizam. Há vidas que não acontecem como foram imaginadas. Mas isso não nos torna menores. Só nos torna humanos.

E talvez exista uma dignidade funda em continuar sem se diminuir. Em aceitar que faltaram páginas importantes, mas que nem por isso o livro perdeu seu valor.

A vida pode não ter sido a que sonhamos. Mas ainda assim, pode ser uma vida cheia de verdade.

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Por: Karina Christina Souza
20/03/2026 - 20:54:06

Conhecer o próprio temperamento não é se limitar a um rótulo. É adquirir consciência para viver com mais verdade, equilíbrio e maturidade.

Vou começar com uma confissão: sou uma sanguínea raiz.

Daquelas que chegam falando, rindo, contando histórias, conectando pessoas e, sem perceber, já estão organizando a própria vida em voz alta.

Sou comunicativa, expansiva, simpática, prestativa, intensa e com espírito alegre. Às vezes, até “aparecida”, como alguns diriam. Pois estou acostumada a estar no centro das atenções desde a infância. E gosto de estar rodeada e de interagir com as pessoas. Mas eu sei: nunca foi sobre aparecer. Sempre foi sobre transbordar.

Quem conhece a teoria dos temperamentos sabe que o sanguíneo costuma carregar entusiasmo, espontaneidade, sociabilidade, criatividade e uma facilidade rara de tornar os ambientes mais leves. O sanguíneo tem presença. Move, contagia, aproxima, aquece.

Mas reduzir alguém ao que há de mais visível no seu temperamento é uma forma apressada de enxergar a alma humana.

Não existe temperamento perfeito. Existe temperamento conhecido — ou desconhecido.

 

E essa diferença muda muita coisa.

Conhecer o próprio temperamento não é se aprisionar em uma definição. É compreender inclinações, reconhecer excessos, identificar fragilidades e perceber padrões que, muitas vezes, comandam a vida sem que a gente perceba.

 

O sanguíneo tende ao entusiasmo e à expansividade.

O colérico, à ação e ao comando.

O melancólico, à profundidade e à análise.

O fleumático, à calma e à constância.

 

Todos têm força. Todos têm limite.

 

O sanguíneo pode inspirar, mas também dispersar.

O colérico pode construir, mas também ferir.

O melancólico pode aprofundar, mas também paralisar.

O fleumático pode pacificar, mas também se acomodar.

 

Por isso, maturidade não é repetir “eu sou assim” como quem transforma a própria personalidade em desculpa. Maturidade é reconhecer que, justamente porque somos de determinado modo, precisamos vigiar certas tendências, desenvolver certas virtudes e amadurecer com intenção.

 

Conhecer o próprio temperamento melhora a vida prática.

 

Ajuda a compreender reações, escolhas, dificuldades e insistências. Ajuda a entender por que algumas tarefas nos acendem e outras nos drenam. Por que certos vínculos fluem com leveza e outros exigem esforço. Por que repetimos, tantas vezes, os mesmos erros com nomes diferentes.

 

Mais do que isso: autoconhecimento é responsabilidade.

 

Quem não se conhece vive no improviso de si mesmo. Repete padrões sem perceber. Fere sem entender. Desiste sem saber explicar por quê. Sabota a própria caminhada e chama tudo isso de “meu jeito”.

 

No meu caso, ser sanguínea sempre foi beleza e desafio.

 

Há uma alegria espontânea no meu modo de existir. Uma facilidade de comunicar, acolher, envolver, entusiasmar. Existe algo profundamente bonito nisso. Mas existe também uma parte menos celebrada: a dificuldade de permanecer.

 

Enquanto o mundo valoriza disciplina silenciosa, rotina rígida e repetição, o coração sanguíneo pulsa por novidade, movimento e emoção. A gente começa muitas coisas com entusiasmo real, se encanta por projetos, mergulha em ideias, faz promessas sinceras — e, às vezes, se perde no meio do caminho.

 

Não por falta de capacidade.

Não por falta de boa vontade.

Mas porque intensidade não é constância.

 

Talvez essa seja uma das dores mais silenciosas do sanguíneo: perceber que brilho sem continuidade também frustra. Potencial sem sustentação vira acúmulo de começos. Carisma sem direção se transforma em dispersão.

Sim, disciplina é um desafio para mim.

 

Mas hoje penso que o erro nem sempre está apenas na dificuldade de ser disciplinada. Muitas vezes, ele está em tentar viver a disciplina de um jeito que não conversa com a própria natureza.

 

Porque disciplina não precisa ser dura para ser séria.

Não precisa ser cinza para ser verdadeira.

Não precisa ter a linguagem do sofrimento para gerar fruto.

 

Estou aprendendo que, para mim, constância nasce menos da rigidez e mais do sentido. Menos da imposição e mais do propósito. Sustento melhor aquilo que ganha significado dentro de mim, aquilo que deixa de ser mera tarefa e se transforma em compromisso.

 

Talvez essa seja uma chave valiosa para qualquer temperamento: não rejeitar a própria natureza, mas também não usá-la como álibi para permanecer imaturo.

 

O colérico precisa aprender ternura.

O melancólico, leveza.

O fleumático, movimento.

O sanguíneo, permanência.

 

Todos nós precisamos sair do piloto automático do que somos para alcançar a melhor versão do que podemos ser.

 

Porque o temperamento explica muito, mas não pode governar tudo.

 

Não fomos chamados a ser caricaturas de nós mesmos. Fomos chamados a amadurecer.

 

Para uma sanguínea, amadurecer talvez não seja falar menos, sorrir menos ou brilhar menos. Talvez seja aprender a continuar quando o encanto inicial passa. Talvez seja entender que nem toda fidelidade vem acompanhada de entusiasmo. Talvez seja aceitar que a vida não se sustenta apenas em dias extraordinários, mas, sobretudo, na fidelidade silenciosa dos dias comuns.

 

Hoje, sigo sendo intensa. Sigo rindo alto, falando muito, sentindo tudo.

 

Mas sigo, também, aprendendo a sustentar o que começo. A não depender apenas da motivação. A não confundir empolgação com compromisso. A construir mesmo quando o dia não emociona, quando ninguém aplaude, quando tudo parece simples demais.

 

Porque, no fim, não se trata de deixar de ser quem eu sou. Trata-se de usar tudo o que eu sou para ir mais longe.

 

Talvez a verdadeira maturidade não esteja em diminuir a própria luz, mas em aprender a sustentá-la sem precisar do espetáculo.

 

Porque, no fim, a grande questão nunca foi apenas descobrir qual é o nosso temperamento.

A grande questão é ter coragem de perceber o que temos feito com ele.

 

Há quem transforme a própria natureza em caminho de amadurecimento.

E há quem a transforme em desculpa sofisticada para nunca mudar.

 

Conhecer a si mesmo é desconfortável, porque tira de nós o direito de viver no automático.

Mas talvez seja exatamente isso que separa uma vida apenas vivida de uma vida verdadeiramente consciente.

 

E você, já parou para conhecer de verdade o seu temperamento?

 

 

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Amigos, podem comentar aqui.
Por: Karina

São conteúdos maravilhosos e interessantes
Por: Valdilene Maria de Souza

Show!
Por: Luciene



Por: Karina Christina Souza
13/03/2026 - 20:44:02

O caráter de um homem pode ser conhecido pela forma como ele trata as mulheres da sua vida.

Não é no discurso bonito que isso se revela.

É na vida real.

Nos gestos simples do cotidiano.

No respeito à mãe que tantas vezes se sacrificou por ele.

Na forma como protege e valoriza a irmã que cresceu ao seu lado.

No carinho com a prima nas reuniões de família.

Na consideração com a amiga que confia em sua presença.

No respeito e profissionalismo com a colega de trabalho que divide responsabilidades.

E também na maneira digna como ele trata cada mulher que cruza o seu caminho.

Há ainda uma responsabilidade silenciosa que muitos homens carregam: o exemplo que oferecem às suas filhas.

Porque é observando o pai que muitas meninas aprendem o que é respeito, o que é amor e o que é dignidade.

É no modo como ele trata as mulheres — dentro e fora de casa — que uma filha aprende o que merece receber do mundo.

E, sobretudo, revela-se no cuidado com a mulher que ele escolheu para dividir a vida.

Amar uma mulher não é controlar.

Não é diminuir.

Não é competir.

Amar é respeitar.

É cuidar.

É reconhecer que força e sensibilidade podem caminhar juntas.

Homens que respeitam mulheres não demonstram fraqueza. Demonstram caráter.

Amar as mulheres da sua vida não é um gesto grandioso.

É algo que se constrói todos os dias: na escuta, no cuidado, na presença e, principalmente, no respeito.

Nenhuma mulher precisa de um homem perfeito.

Mas toda mulher merece ser tratada com dignidade, consideração e verdade.

Porque quando um homem aprende a respeitar as mulheres da sua vida, ele não fortalece apenas essas relações — ele fortalece o próprio caráter.

Homens melhores constroem relações melhores.

E relações melhores constroem um mundo mais digno para todos.

Porque o mundo muda quando o respeito começa dentro de casa.

 

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Texto maravilhoso!
Por: Luciene

QUE MARAVILHA!
Por: KARINA



Por: Karina Christina Souza
06/03/2026 - 23:00:30


Há dias em que a vida nos sussurra uma verdade simples, mas difícil de aceitar:

o amanhã não nos pertence.

Gostamos de acreditar que sim.

Planejamos encontros, adiamos conversas, guardamos abraços e deixamos palavras importantes para “depois”.

Depois eu ligo.

Depois eu visito.

Depois eu digo que amo.

Mas a vida, com sua delicada firmeza, lembra que o único tempo real é o agora.

Existe uma canção do grande sambista brasileiro Xande de Pilares que carrega exatamente essa sabedoria popular que atravessa gerações. Em um de seus versos, ele nos lembra que a vida precisa ser aproveitada hoje, porque ninguém pode garantir o amanhã.

E o samba, como quase sempre acontece, diz em poucos versos aquilo que passamos anos tentando aprender.

Vivemos correndo atrás de grandes conquistas:

um projeto concluído,

um sonho realizado,

uma estabilidade que finalmente nos permita respirar.

Mas enquanto perseguimos o extraordinário, muitas vezes deixamos escapar o essencial.

A vida mora nas coisas simples.

Ela mora no café tomado sem pressa.

Na conversa que se estende pela tarde.

Na gargalhada inesperada.

No abraço demorado de quem caminha conosco há anos.

Se alguém me perguntasse hoje:

— Se você soubesse que o amanhã talvez não chegasse, o que faria?

Minha resposta seria simples, quase óbvia, mas profundamente verdadeira:

Eu viveria com os meus amigos e familiares.

Sentaria perto deles.

Escutaria mais histórias.

Contaria as minhas.

Riria alto.

Abraçaria demoradamente.

Porque, no final das contas, não são os dias perfeitos que ficam na memória.

São as pessoas.

O tempo passa, os cenários mudam, os caminhos se transformam. Mas aquilo que compartilhamos com quem amamos permanece como uma espécie de eternidade dentro de nós.

Por isso, talvez a pergunta que realmente importe não seja sobre o futuro.

Talvez a pergunta seja outra:

Se o amanhã não chegasse… você estaria vivendo o seu hoje da maneira certa?

Porque a vida não acontece depois.

Ela acontece agora.

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Por: Karina Christina Souza
06/03/2026 - 13:53:30

Há dias em que a vida nos sussurra uma verdade simples, mas difícil de aceitar:

o amanhã não nos pertence.

Gostamos de acreditar que sim.

Planejamos encontros, adiamos conversas, guardamos abraços e deixamos palavras importantes para “depois”.

Depois eu ligo.

Depois eu visito.

Depois eu digo que amo.

Mas a vida, com sua delicada firmeza, lembra que o único tempo real é o agora.

Existe uma canção do grande sambista brasileiro Xande de Pilares que carrega exatamente essa sabedoria popular que atravessa gerações. Em um de seus versos, ele nos lembra que a vida precisa ser aproveitada hoje, porque ninguém pode garantir o amanhã.

E o samba, como quase sempre acontece, diz em poucos versos aquilo que passamos anos tentando aprender.

Vivemos correndo atrás de grandes conquistas:

um projeto concluído,

um sonho realizado,

uma estabilidade que finalmente nos permita respirar.

Mas enquanto perseguimos o extraordinário, muitas vezes deixamos escapar o essencial.

A vida mora nas coisas simples.

Ela mora no café tomado sem pressa.

Na conversa que se estende pela tarde.

Na gargalhada inesperada.

No abraço demorado de quem caminha conosco há anos.

Se alguém me perguntasse hoje:

— Se você soubesse que o amanhã talvez não chegasse, o que faria?

Minha resposta seria simples, quase óbvia, mas profundamente verdadeira:

Eu viveria com os meus amigos e familiares.

Sentaria perto deles.

Escutaria mais histórias.

Contaria as minhas.

Riria alto.

Abraçaria demoradamente.

Porque, no final das contas, não são os dias perfeitos que ficam na memória.

São as pessoas.

O tempo passa, os cenários mudam, os caminhos se transformam. Mas aquilo que compartilhamos com quem amamos permanece como uma espécie de eternidade dentro de nós.

Por isso, talvez a pergunta que realmente importe não seja sobre o futuro.

Talvez a pergunta seja outra:

Se o amanhã não chegasse… você estaria vivendo o seu hoje da maneira certa?

Porque a vida não acontece depois.

Ela acontece agora.

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