
A Associação de Moradores da Urbis I e II e Adjacências realizou uma reunião nesta quarta-feira (16), nas dependências da Igreja São Pedro, com moradores do bairro, para discutirem sobre a Taxa de Esgoto, do serviço de saneamento básico cobrado pela EMBASA.
A reunião contou com a presença do Secretário Municipal do Meio Ambiente, Mauro Borges e dos vereadores Lucas Leite (PT) e Jorge Maécio (PP).
A Taxa de Esgoto é cobrada na conta de água dos moradores, como sendo uma taxa de uso e manutenção da rede, o valor pago pelo consumo efetivo de água é cobrado proporcionalmente pelo uso do esgoto. Segundo os moradores, a cobrança vem sendo feita a cerca de dois anos e a discordância é pelo fato das obras realizadas pela EMBASA ainda não terem sido concluídas, “o serviço não está completo, nem todas as casas tem as ligações prontas e todos tem que pagar, nós nunca recebemos um laudo técnico do encerramento das obras para sabermos o que foi feito e o que está funcionando e pagamos 80% sobre o valor da conta de água”, disse a moradora Ibete Avelino Ribeiro.
Segundo o presidente da Associação, Jorge Costa, mesmo que o usuário que tenha um sistema alternativo, como o uso de fossas sépticas, a Embasa cobra pelo serviço através de uma tarifa mensal que incide sobre o valor da conta de água do imóvel, 80% do consumo. Segundo ele, o decreto prevê que para Conjuntos Habitacionais, como é o caso da Urbis, o valor a ser cobrado é de 45%, o que não vem acontecendo. Além da taxa ainda está sendo cobrada a ‘ligação’ (que em muitas casas ainda não foram feitas), referente a dez parcelas de R$ 11,49.
O Secretário do Meio Ambiente, Mauro Borges ressaltou que a dívida é ativa e deve ser paga, podendo ser aplicadas sanções de multas até suspensão do fornecimento de água. “A dívida existe e o não pagamento pode incorrer em multa e suspensão do fornecimento de água, melhor é ajuizar uma ação e assim fazer o depósito em juízo até que resolva a questão.” Disse Mauro.