Por: atlanticanews-Mariana Ferreira
01/05/2015 - 12:52:55

Trinta e três movimentos sociais foram às ruas nesta sexta-feira, Dia do Trabalho, para protestar contra o projeto de Lei da Câmara dos Deputados que amplia as terceirizações e a favor da Petrobras, dos direitos da classe trabalhadora e pela reforma política. Lula participou do movimento da CUT em São Paulo.

Em cidades da região sul-baiana, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) realizaram manifestações com a mesma pauta. “Estamos na mão de um Congresso conservador, comprometido com o grande capital, que não aceita a ascensão da classe trabalhadora”, disse o diretor do Sintesi e da CUT em Itabuna, João Evangelista.

O diretor da CTB, Gilson Costa, afirmou que as centrais sindicais “vão parar o país” caso o projeto seja sancionado.

Por outro lado, a Força Sindical realizou movimento isolado em favor do projeto da terceirização. Essa manifestação, ocorrida em São Paulo, contou com a presença do senador Aécio Neves (PSDB) e do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB).

Dilma nas redes sociais

Os ganhos do trabalhador com a valorização do salário mínimo e o posicionamento contrário à terceirização das atividades-fim das empresas foram destacados pela presidente Dilma Rousseff em suas mensagens do Dia do Trabalho ao longo do dia nas redes sociais.

Dilma decidiu não se pronunciar na TV na data do trabalhador deste ano, ela resolveu inovar e as redes devem ser sua prioridade a partir de agora, segundo a Presidência da República, o que acaba sendo um benefício com a redução dos custos com publicidade.

Nas redes, a presidente lembra que em março deste ano enviou ao Congresso Nacional uma medida provisória que garante a política de valorização do salário mínimo até 2019. De acordo com a presidente, dessa forma o poder de compra do trabalhador está sendo assegurado por lei.

Numa das gravações, Dilma diz ainda que essa valorização é uma das maiores conquistas dos últimos 13 anos.

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