
Além do presidente Michel Temer, na delação dos donos do frigorífico JBS, Joesley e Wesley Batista, o senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, também foi gravado. No registro, Aécio aparece pedindo ao empresário R$ 2 milhões. Em duas ocasiões em março deste ano, Joesley conversou com Temer e com Aécio levando um gravador escondido.
A entrega do dinheiro foi feita a Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, e filmada pela Polícia Federal (PF). A PF rastreou o caminho do dinheiro e descobriu que foi depositado numa empresa do senador Zezé Perrella (PSDB-MG) – cujo helicóptero foi flagrado carregando 455 kg de pasta-base de cocaína em 2013.
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