
Venho a público usar o DIREITO DE RESPOSTA acordado em audiência no dia 16/10/2012, quanto às matérias vinculadas nesse meio de comunicação, sob os títulos "polícia investiga matrícula em faculdade de Eunápolis com histórico escolar falsificado e Caso do histórico escolar falsificado: mãe e filha tem briga na justiça", esclareço o seguinte:
Eu, Rozeli Almeida de Andrade Morais, advogada, venho, por dever moral e em defesa da minha dignidade, prestar esclarecimentos aos meus clientes, familiares, amigos e leitores que acessaram essas matérias, as quais extrapolaram em alguns pontos o dever de informar e adotaram a voluntariedade de julgar a condenar, fazendo crer como se verdadeiros fossem os fatos narrados.
Da forma que as matérias foram redigidas, causou um dano imensurável a minha honra. Não pelo conceito equivocado que a matéria sugere sobre meu caráter, mas pelo risco à existência da carreira, cada dia mais mitigada por arbitrariedades como esta.
O jornalista responsável pelas matérias, o Sr. Teoney Guerra afirma que há diferença na grafia da minha assinatura (entre o contrato da faculdade e meu depoimento na delegacia). Foi feita alguma perícia? Esclareço que ambas as assinaturas são minhas, ou seja, não existe diferença entre elas. E não foi apresentado a mim nenhum tipo de documentos, como afirma as matérias. Mas uma vez houve conclusão precipitada pela parte da imprensa.
Os fatos narrados foram distorcidos, pois existe um inquérito policial em andamento, o qual será apurado o culpado por essa falsificação. Não fui em momento algum citada como suspeita da falsificação do histórico escolar como são ditos nas reportagens publicadas neste site.
A Sra. Mary Lúcia Reis Barbosa, atribui a mim a responsabilidade dessa falsificação, por eu ter sido fiadora de sua filha. Ora, desde quando ser fiadora em um contrato de prestação de serviços educacionais é crime? Fui fiadora, com a nítida intenção de ajudar Fabienne a estudar. Já fui ouvida pelo delegado responsável pelo inquérito policial. Afirmo, não falsifiquei documentos nenhum. Isso será provado na justiça.
Esclareço ainda que, Fabienne foi morar com a minha família por livre e espontânea vontade; que ela pediu o afastamento da faculdade para que fosse apurado o caso. Afirmo que a demanda de Fabienne com a sua genitora é um problema exclusivamente delas. Existe um processo na 2ª vara Cível de Eunápolis, o qual Fabienne propôs contra sua mãe para que ela (Fabienne) faça jus o que lhe é de direito, ou seja, o imóvel é de Fabienne e a mãe dela recebe os aluguéis. É justo você ser dono e não usufruir da coisa? Não tenho e nunca tive interesse pecuniário com essa demanda. O meu interesse sempre foi a felicidade do meu filho com Fabienne. E que infelizmente não está sendo entendido assim e fui colocada no meio desse fogo cruzado. Mas tenho a certeza que chegará o dia que será tudo esclarecido. Acredito na justiça, especialmente na justiça de Deus.