Locutores que trabalham em lojas comerciais, no centro de Eunápolis, estiveram na manhã desta quinta-feira (04/04) no plenário Laedson Maia, durante a sessão ordinária da Câmara Municipal, solicitando audiência com os vereadores. Um grupo de 11 locutores reclama que, “devido às ações de fiscais da secretaria Municipal de Meio Ambiente, eles estão sem trabalho e passando por dificuldades”.

Após a sessão o grupo foi recebido no gabinete do presidente Jorge Maécio (PP), ao lado de outros membros do Poder Legislativo [Arthur Dapé, Jota Batista, Daniel Queiroz, Carlos da autoescola, José Miranda, Luiz Carlos] e imprensa.

Conforme os locutores, a Prefeitura diz que a atividade é ilegal e que o barulho atrapalha o comércio. ”Por causa disso estão notificando os lojistas, que deixaram de nos contratar. Estamos sem trabalho, sem ter como pagar as contas”, desabafou Paulo César de Oliveira Batista, locutor.
“A secretaria de Meio Ambiente aplica notificações nos lojistas e ameaça com multas, induzindo-os a desistir de contratar o serviço dos profissionais”, completou Paulo César.
A diária de um locutor de loja fica em torno de R$120,00.
Segundo outro locutor, “os agentes do meio ambiente não têm aparelho medidor de decibéis.” Conforme Alex Sandro da Silva, conhecido como o Palhaço Teco Teco, “o grupo está se organizando e buscando a legalidade da profissão. Vamos procurar uma assessoria jurídica para nos auxiliar”. Revela.