
Voltar a funcionar no edifício sede, na 5 de Novembro – o órgão funcionou fora do seu endereço habitual por mais de dois meses, para reforma - os comerciantes daquela rua já sentem melhora nas vendas.
Não é ainda o movimento normal, como salientaram pelo menos cinco empresários, mas é o início da recuperação do movimento que aquele local sempre teve, que dá nova perspectiva ao comércio local.
“O SAC é tudo para essa rua; sem ele, o comércio fica pra baixo”, explicou uma empresária do ramo de confecções que não quis ser identificada.
Essa constatação da importância do SAC para a rua foi feita pela nossa reportagem, em duas matérias produzidas durante o período em quo o órgão não estava funcionando na 5 de Novembro. Creca de três dezenas de comerciantes ouvidos confirmaram a diminuição das vendas em até 30% naquela época.
São cerca de mil pessoas que vão ao SAC por dia, contando as que buscam algum dos serviços prestados, e acompanhantes. Só atendimentos, são mais de 500, como a reportagem verificou.